- Deslizamento de terras em Cedães, Mirandela, levou à retirada de uma moradora por precaução.
- O talude acima da habitação deslizou, deixando parte da casa coberta de terra e causando apenas danos nas telhas.
- A moradora está instalada na casa da filha, na mesma aldeia, por precaução.
- Pode haver mais movimentação de terras enquanto a chuva não parar; a estabilização da área não é possível neste momento.
- O deslizamento ocorreu em terreno privado; o distrito de Bragança está em aviso amarelo devido à chuva e ao vento, com rajadas superiores a 80 km/h.
A chuva intensa provocou um deslizamento de terras em Cedães, Mirandela, levando à retirada preventiva de uma moradora. A casa ficou em risco e permanece sem ocupação no momento.
Segundo a Proteção Civil, o talude acima da habitação deslizou, cobrindo parcialmente o imóvel com terra. A moradora está temporariamente na casa da filha, também residente na aldeia.
Noel Afonso, comandante sub-regional de Trás-os-Montes da Proteção Civil, afirmou que podem ocorrer mais movimentos de terras enquanto chover. A área não está estável até o fim das precipitações.
O município de Mirandela informou que o deslizamento ocorreu em terreno privado e que os proprietários já foram informados. Em Bragança, o distrito está sob aviso amarelo devido à chuva e ventos fortes.
Portugal regista 15 mortes desde 28 de janeiro devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta. São registadas também dezenas de feridos e desalojados, com danos materiais generalizados.
Regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo concentram os impactos, com destruição de habitações, estradas bloqueadas e cortes de serviços. O Governo prorrogou a calamidade até 15 de [mês] para 68 concelhos, com medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
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