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Moradia de luxo em Cascais ligada à Rota do Atlântico arrematada por 11 milhões

Leilão da moradia de Gilbert Ondongo, antigo ministro das Finanças do Congo, em Cascais, fecha com lance de 10,95 milhões de euros

Moradia de luxo em Cascais, onde morava Gilbert Ondongo, arrematada por quase 11 milhões de euros
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  • O leilão da moradia T7 na Quinta da Marinha, Cascais, associada ao antigo ministro das Finanças do Congo, fechou com lance final de € 10.953.499,55, segundo a plataforma E-leiloes.
  • O imóvel de 4.480 metros quadrados tem vista para o mar e inclui sala de cinema com onze poltronas, sala de jogos e garrafeira, além de quatro suítes.
  • O leilão foi promovido pelo Gabinete de Administração de Bens, com o valor base de € 8,3 milhões, tendo ocorrido valorização de cerca de € 1,7 milhão.
  • O Estado fica com o montante até eventual decisão final da Justiça sobre o destino do imóvel; Gilbert Ondongo, antigo ministro das Finanças do Congo, é arguido por branqueamento de capitais no caso Rota do Atlântico.
  • O processo envolve também empresários portugueses José Veiga e Paulo Santana Lopes; buscas de 2016 encontraram € 3 milhões e $ 3 milhões em notas; houve leilão anterior em 2024, com € 11,2 milhões que não se concretizou.

O leilão da moradia T7 da Quinta da Marinha, Cascais, encerrado nesta quarta-feira, registou um lance final de 10.953.499,55 euros. O imóvel, com vista para o mar, pertence ao antigo ministro das Finanças do Congo, Gilbert Ondongo, arguido no processo Rota do Atlântico, onde figuram também empresários portugueses.

A casa, de 4480 metros quadrados, tem quatro suítes e áreas como sala de cinema com onze poltronas, sala de jogos e garrafeira. O leilão foi promovido pelo Gabinete de Administração de Bens (GAB), que gere bens apreendidos pela Justiça. O valor inicial fixado era de 8,3 milhões de euros, com valorização de cerca de 1,7 milhão.

No âmbito do processo, Ondongo é acusado de branqueamento de capitais. Além dele, são arguidos os empresários José Veiga e Paulo Santana Lopes. Em 2016, a Polícia Judiciária atuou no local e encontrou cerca de 3 milhões de euros e 3 milhões de dólares em notas. O Ministério Público pediu, recentemente, a separação entre os processos envolvendo os empresários e os responsáveis da República do Congo.

Detalhes do imóvel e avaliação

A moradia já tinha sido colocada a leilão em 2024, com saída prevista de 11,2 milhões de euros, mas a venda não se concretizou. O Estado permanece=”à guarda do montante” até à decisão final da Justiça sobre o destino dos bens.

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