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Imagens de satélite revelam extensão das inundações na bacia do Tejo

Imagens de satélite da Agência Espacial Europeia (ESA) revelam a extensão das cheias no Tejo, com mais de 64 mil hectares inundados em Salvaterra de Magos e monitorização Copernicus

Imagem de satélite que mostra zonas inundadas pelo rio Tejo
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  • Imagens de satélite da Agência Espacial Europeia mostram a extensão das inundações na bacia do Tejo, em Portugal.
  • O radar do Copernicus Sentinel-1 indica zonas inundadas a vermelho, nordeste de Lisboa, com dados de 7 de fevereiro face a 27 de dezembro.
  • Salvaterra de Magos registou mais de 64 mil hectares inundados até 8 de fevereiro de 2026.
  • O Serviço de Gestão de Emergências Copernicus (CEMS) foi ativado para 17 áreas de interesse em Portugal, entre 28 de janeiro e 3 de fevereiro, e permanece ativo.
  • Chuva significativa na Península Ibérica, incluindo a Andaluzia e Galiza, com acumulação superior a 500 mm em Grazalema entre 1 e 7 de fevereiro; a missão Global Precipitation Measurement (GPM) regista a precipitação.

A Agência Espacial Europeia (ESA) divulgou imagens de satélite que evidenciam a extensão das inundações na bacia do Tejo, em Portugal, resultantes das tempestades que afetaram a Península Ibérica no início de 2026. As imagens destacam zonas inundadas na nordeste de Lisboa, com especial foco em Alcácer do Sal.

A observação baseia-se em dados do satélite Copernicus Sentinel-1, com uma imagem de radar que mostra as cheias em redor do Tejo e da sua bacia hidrográfica. A comparação entre 7 de fevereiro e 27 de dezembro indica subida dos níveis de água.

O Copernicus também destacou a ativação do Serviço de Gestão de Emergências Copernicus (CEMS) para acompanhar 17 áreas de interesse em Portugal. Em Salvaterra de Magos, foram reportados mais de 64 mil hectares inundados até 8 de fevereiro de 2026.

A ESA recorda que o CEMS, criado para monitorização de eventos climáticos extremos, já estava ativo desde 28 de janeiro e voltou a ser acionado a 3 de fevereiro, mantendo-se em vigor. O objetivo é mapear melhor os danos.

Em Espanha, as zonas afetadas incluem Andaluzia e Galícia, com a região montanhosa de Grazalema a registar mais de 500 mm de chuva em 24 horas durante as tempestades. A análise de precipitação foi baseada na missão GPM.

A missão Global Precipitation Measurement (GPM) fornece observações globais de chuva e neve, permitindo à ESA apresentar um panorama da acumulação de precipitação entre 1 e 7 de fevereiro na Península Ibérica.

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