- Equipamentos da Justiça da Comarca de Leiria foram danificados pelas tempestades, levando à reorganização da atividade; a delegação incluiu o Procurador-Geral da República e o vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura.
- Os edifícios afetados foram o Palácio da Justiça, o antigo Liceu de Leiria e o Juízo de Família e Menores, com destelhamentos e infiltrações que obrigaram a reorganizar o funcionamento; o Juízo do Trabalho também registou entrada de água.
- A energia eléctrica foi restabelecida no Palácio da Justiça de Leiria a 30 de janeiro, permitindo o retorno gradual de serviços; outros tribunais, como Pombal, Caldas da Rainha, Peniche e Nazaré, também retomaram atividades.
- As decisões de gestão adotadas de imediato permitiram retomar o funcionamento assim que os meios tecnológicos estiveram disponíveis; os serviços urgentes mantiveram-se, com interrogatórios em Pombal e nas Caldas da Rainha e expediente em papel quando o sistema informático esteve indisponível.
- Fora de Leiria, o edifício de Alvaiázere sofreu danos graves e o Tribunal de Torres Novas esteve encerrado por indicação da Proteção Civil, com reabertura parcial após parecer do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC).
O que aconteceu foi uma reorganização da atividade judicial na Comarca de Leiria, motivada pelos danos causados por tempestades nos equipamentos da Justiça. Uma delegação, integrada pelo Procurador-Geral da República e pelo vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura, confirmou a situação. O facto ocorreu nos edifícios do Palácio da Justiça e do antigo Liceu de Leiria, que acolhem secções do tribunal e do serviço de justiça.
A delegação visitou os espaços afetados e confirmou destelhamentos, infiltrações e outros danos que obrigaram a ajustar o funcionamento. Juízes, magistrados do MP, oficiais de justiça e equipas administrativas asseguraram a continuidade possível dos serviços, mantendo a atividade apenas durante períodos sem eletricidade ou sem acesso ao sistema Citius.
Estado dos edifícios e impactos
Segundo o CSM, as decisões de gestão tomadas de imediato permitiram retomar o funcionamento assim que os meios tecnológicos voltaram a operar. O Palácio da Justiça, o Juízo de Família e Menores e o antigo Liceu de Leiria foram os mais atingidos, com danos variados. O Juízo do Trabalho também registou entrada de água.
Fora de Leiria, o edifício de Alvaiázere sofreu danos graves, incluindo a destruição do telhado, levando ao encerramento imediato. Houve infiltrações em equipamentos em Pombal, Figueiró dos Vinhos, Alcobaça, Caldas da Rainha e Marinha Grande.
Restabelecimento e atividades futuras
No dia 30 de janeiro foi restabelecida a energia no Palácio da Justiça de Leiria, permitindo a retoma progressiva de serviços. Em simultâneo, Pombal, Caldas da Rainha, Peniche e Nazaré reconduziram atividades. O CSM descreve a instalação provisória do Juízo de Família e Menores no Liceu de Leiria na semana seguinte, com infraestruturas mínimas.
A delegação também acompanhou a reabertura parcial do Tribunal de Torres Novas, após parecer técnico do LNEC e decisão da Proteção Civil, com cortes de vegetação e impermeabilização de terreno. Estiveram presentes autoridades locais e representantes do MP durante a visita.
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