- Os locais de acolhimento de Coimbra receberam 160 pessoas durante a noite, retiradas de zonas de risco de cheia.
- As pessoas retiradas desde a noite de terça-feira ficarão fora de casa pelo menos até quinta-feira, devido aos previsíveis picos de cheia.
- O processo de retirada continua, com prioridade para quem tem pouca mobilidade; as restantes pessoas vão saindo aos poucos.
- Está a ser montado um módulo de alojamento pelo Exército na escola de São Silvestre, com cerca de 100 camas, climatizadores e eletrificação.
- Devido ao risco de inundações, foram encerradas várias escolas em freguesias vizinhas, e estima-se a retirada de entre 2.800 a 3.000 pessoas na zona ribeirinha do Mondego e Ceira.
Pessoas retiradas em Coimbra permanecem longe de casa pelo menos até quinta-feira, segundo a Proteção Civil regional. Os locais de acolhimento previamente definidos receberam 160 pessoas durante a noite, retiradas de zonas de risco de cheia no concelho.
As operações envolvem a Proteção Civil, o município de Coimbra e o Exército, que monta um módulo de alojamento na escola de São Silvestre. O conjunto prevê cerca de 100 camas, climatizadores e eletrificação para apoio aos residentes.
As retiradas começaram na noite de terça-feira devido ao risco de inundações no Mondego. As margens do rio poderão colapsar, levando à evacuação preventiva de entre 2.800 a 3.000 pessoas no concelho.
A população ainda estará ausente de casa enquanto persistirem as indicações de pico de cheia para quinta-feira. O comandante da região de Coimbra reforçou que o processo segue em curso, com foco em pessoas com menor mobilidade.
Alojamento de emergência
Às 04:30 de hoje, a escola de Taveiro recebeu 22 pessoas, a escola Inês de Castro 43 e o pavilhão Mário Mexia acolhia 95 idosos, conforme informação oficial da Câmara. A gestão do acolhimento é conjunta entre prefeitura e proteção civil.
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