- O ciclone Gezani causou pelo menos 20 mortos em Toamasina, Madagáscar, e deixou 19 feridos, com habitações destruídas.
- Ventos acima de 250 km/h arrancaram estruturas e deixaram bairros inundados; o serviço meteorológico emitiu alertas vermelhos para várias regiões.
- Gezani atravessou Madagáscar de leste a oeste, enfraquecendo para tempestade tropical no interior.
- A costa de Moçambique pode ser atingida na sexta‑feira, com ventos até 140 km/h e chuvas intensas que podem afectar cerca de 1,1 milhão de pessoas.
- Em Moçambique, as cheias de janeiro deixaram 27 mortos, 724.131 afetados, 147 feridos, 9 desaparecidos, 3.556 casas parcialmente destruídas, 428 totalmente destruídas e 1,66.895 inundadas, além de impactos em infraestruturas.
O ciclone Gezani atingiu a principal cidade portuária de Madagáscar, Toamasina, na noite de terça-feira, causando pelo menos 20 mortos e 19 feridos, com colapso de edifícios e danos generalizados. A cidade, com cerca de 300 mil habitantes, ficou devastada.
Ao longo de Madagáscar, ventos superiores a 250 km/h destruíram habitações e geraram inundações. O serviço meteorológico emitiu alertas vermelhos para várias regiões, antevendo deslizamentos de terra e inundações à medida que Gezani se deslocava pelo país.
Gezani atravessou Madagáscar de leste a oeste, enfraquecendo para tempestade tropical rumo ao interior. Antananarivo, a capital, ficou a cerca de 100 km a norte de uma zona sob alerta vermelho.
Situação em Moçambique e preparação
O país vizinho está em estado de alerta com a aproximação do ciclone, previsto chegar à costa na sexta-feira com ventos até 140 km/h e chuvas intensas, potencialmente afetando cerca de 1,1 milhão de pessoas.
Em Madagascar, já se confirmam danos significativos e impactos humanos. O Presidente Michael Rakotondrazaka visitou Toamasina para aferir danos e reunir-se com residentes, segundo a página oficial.
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