- As doenças cerebrovasculares e cardiovasculares continuam a representar a principal causa de morte em Portugal, respondendo por cerca de 25% do total de óbitos.
- Em dez anos, a Direção-Geral da Saúde indica uma redução consistente da mortalidade hospitalar por enfarte agudo do miocárdio.
- O Instituto Nacional de Emergência Médica tem registado um aumento de alertas associados a emergências cardíacas.
- Os meios dos bombeiros e da Cruz Vermelha ainda precisam de desenvolver a capacidade de realizar electrocardiogramas no pré-hospitalar.
- A expansão da capacitação para ECG no pré-hospitalar é apontada como objetivo a fortalecer.
Ao longo de uma década, as doenças cerebrovasculares e cardiovasculares permanecem a principal causa de morte em Portugal, representando cerca de 25% do total. A Direção-Geral da Saúde aponta uma tendência de redução sustentada na mortalidade associada a enfarte agudo do miocárdio (EAM), em contraste com o aumento de alertas registados pelo INEM.
Apesar dos progressos, a autoridade de saúde sublinha que há ainda caminho a percorrer. A capacitação para realizar eletrocardiogramas (ECG) no pré-hospitalar precisa de expansão, para melhorar o diagnóstico e o encaminhamento de pacientes.
Capacitação pré-hospitalar
A cobertura de ECG entre meios de transporte de emergência, como bombeiros e Cruz Vermelha, é apontada como essencial para agilizar decisões clínicas no local. O reforço de formação e de equipamento pode reduzir falhas de diagnóstico e acelerar tratamentos.
Desdobramentos e necessidades
A análise de dez anos evidência uma redução da mortalidade hospitalar por EAM, mas os serviços de emergência continuam a enfrentar desafios de resposta precoce. As autoridades defendem investimentos em treino, protocolos e tecnologia para ampliar o leque de intervenções pré-hospitalares.
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