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Biografia de Melania Trump recebe pouco mais de mil leitores em dez dias

Em Portugal, o documentário sobre Melania atraiu 1.135 espectadores, arrecadando 7.813 euros; nos EUA soma 13,35 milhões de dólares, com disputa sobre a banda sonora

O realizador Paul Thomas Anderson e o músico e compositor Jonny Greenwood exigiram a retirada de trechos da banda sonora de "Linha Fantasma" usados no filme "Melania" sobre a primeira dama dos Estados Unidos da América.
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  • O documentário sobre Melania Trump teve estreia mundial a 30 de janeiro, realizado por Brett Ratner e produzido pela Amazon MGM Studios com a Muse Films, num orçamento de 75 milhões de dólares, considerado um recorde para um documentário.
  • Em Portugal, até 8 de fevereiro, foi visto por 1.135 pessoas, com receita de 7.813 euros, segundo o Instituto do Cinema e Audiovisual.
  • Nos Estados Unidos, desde a estreia soma 13,35 milhões de dólares (11,2 milhões de euros), com observação de que os cinemas ficam com metade do bilhete, dificultando a recuperação de custos.
  • Os realizadores Paul Thomas Anderson e Jonny Greenwood solicitaram a retirada de trechos da banda sonora de Linha Fantasma usados no filme, alegando violação do acordo de compositor.
  • A produção não consultou Greenwood, segundo o comunicado citado pelos media norte-americanos, levando a um pedido de remoção das partes da música.

Desde a estreia, o documentário sobre Melania Trump tem gerado controvérsia e dados de bilheteira queimada. O filme, com a direção de Brett Ratner e produção da Amazon MGM Studios com a Muse Films, soma receitas significativas nos EUA, onde já angariou 13,35 milhões de dólares. Em Portugal, a exibibilidade até 8 de fevereiro totalizava 1.135 espectadores e 7.813 euros. Estes valores ocorrem num projeto orçado em 75 milhões de dólares (cerca de 63 milhões de euros), considerado recorde para um documentário até ao momento.

O documentário estreou mundialmente a 30 de janeiro e envolve a produção da Muse Films, criada pela ex-modelo e mulher de Donald Trump. A notícia contrastou com dados de audiência que mostram uma receção variada em diferentes mercados, com especial atenção aos custos de distribuição, já que os proprietários de salas de cinema recebem uma fatia dos bilhetes, o que complica cobrir o investimento inicial do projeto.

A controvérsia em torno da banda sonora ganhou tração após um comunicado citado por meios norte-americanos. O texto indica que o realizador e o compositor, Paul Thomas Anderson e Jonny Greenwood, solicitaram a remoção de trechos da banda sonora de Linha Fantasma usados no filme. Alegam que Greenwood não detém de direitos de autor sobre a parte utilizada e que a produtora Universal não consultou o compositor, violando o acordo existente. Por isso, pediram que o material fosse retirado do documentário.

Contornos da produção e da distribuição

Segundo fontes, o filme planta-se como uma obra de reportagem biográfica, com foco na primeira dama dos EUA. A produção envolve investimento considerável e uma parceria entre estúdios de peso, refletindo em expectativas de audiência e distribuição global. A mobilização de direitos de autor acrescenta um elemento jurídico relevante para a exibição futura do material.

Repercussão e próximos passos

As informações indicam que a produção avalia o impacto financeiro da bilheteira frente aos custos envolvidos. Não foram divulgadas datas oficiais para novas sessões ou para a resolução das questões de direitos autorais. As partes envolvidas não proferiram declarações adicionais públicas até ao momento.

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