- O grupo, composto pelos seis principais arguidos (cinco familiares entre si e um amigo), operava a partir de uma loja na Póvoa do Lanhoso.
- Concediam créditos a vítimas em estado de necessidade com juros muito superiores aos permitidos, chegando a 50% do valor emprestado.
- Quando as vítimas não conseguiam pagar, ficavam sem imóveis ou eram obrigadas a hipotecá-los para saldar a dívida.
- Outros dois arguidos, seus familiares, ajudavam no “circuito bancário” através da constituição de empresas e do branqueamento das verbas.
- O MP indica pelo menos 25 vítimas e mais de 4,2 milhões de euros em dinheiro e património, valor agora reclamado pelas autoridades.
Os seis principais arguidos, cinco familiares entre si e um amigo, exploraram o estado de necessidade das vítimas para conceder créditos com juros extremamente elevados. Em alguns casos, os juros atingiram 50% do valor emprestado.
Quem não cumpria as obrigações podia perder imóveis ou ser forçado a hipotecá-los para saldar a dívida. Dois arguidos adicionais, também familiares, ajudavam no circuito bancário, na constituição de empresas e no branqueamento de verbas.
Segundo a acusação de 18 de dezembro do ano passado, o grupo operava a partir de uma loja na Póvoa do Lanhoso. Estima-se que tenha utilizado pelo menos 25 vítimas e conseguido mais de 4,2 milhões de euros em dinheiro e património, informação que o Ministério Público exige reconhecer.
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