- A Câmara de Porto de Mós vai entregar um gerador a cada freguesia do concelho para que, em futuros apagões, a sede da junta tenha energia.
- O objetivo é que, em caso de nova interrupção de energia, o ponto de encontro da comunidade seja a junta de freguesia, permitindo informação, socorro e carregamento de telemóveis.
- O custo total estimado é de cerca de 20 mil euros para dez geradores; ainda não é o momento para os adquirir, devido a stocks e à inflação nos mercados.
- Os equipamentos prometem potência e autonomia suficientes para responder às necessidades mais prementes e assegurar energia em espaços comunitários definidos.
- Hoje, a E-Redes instalou um gerador na Cruz da Légua, com melhoria no fornecimento; cerca de setecentos agregados estavam sem eletricidade, e há reabertura faseada de Castelo e piscinas municipais.
O município de Porto de Mós vai atribuir um gerador a cada freguesia para enfrentar potenciais apagões. A medida surge após a depressão Kristin ter afetado o concelho, reduzindo assim o acesso à energia elétrica.
O objetivo é que a sede da junta de freguesia possa funcionar como ponto de encontro e de apoio à população, garantindo informações, socorro e carregamento de telemóveis em caso de novo corte de luz. A informação falhou, na opinião do presidente Jorge Vala, por falta de equipamento adequado.
O custo total estimado para os 10 geradores é de cerca de 20 mil euros. O autarca admite, no entanto, que o momento não é propício para aquisição, com stocks a esgotarem e preços muito inflacionados. Vai aguardar uma semana ou duas.
A autarquia explicou, em nota, que os geradores têm potência e autonomia adequadas para assegurar condições básicas em espaços comunitários previamente definidos. Servirão para iluminação, conservação de alimentos e medicamentos, entre outros serviços.
Segundo Jorge Vala, a E-Redes já instalou, na terça-feira, um gerador na Cruz da Légua, registando melhoria significativa no restabelecimento da energia, com cerca de 700 casas sem eletricidade previamente.
A autarquia informou ainda que está reunida a necessária autorização para reabrir ao público o Castelo e as piscinas municipais. A reabertura decorre de forma faseada, com segurança e integralidade de uso dos equipamentos.
Portugal registou até ao momento 15 mortes associadas às depressões Kristin, Leonardo e Marta, com várias vítimas e centenas de feridos e desalojados. Regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo manteve a situação de calamidade até 15 de Fevereiro para 68 concelhos, anunciando medidas de apoio que totalizam até 2,5 mil milhões de euros. As perdas materiais incluem habitações, empresas, estradas e serviços básicos.
Fonte: Lusa.
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