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Mau tempo: Forças Armadas passam a atuar com robustez após ordem do Governo

Governo autoriza contacto direto entre Forças Armadas e municípios; atuação passa a ser mais robusta, com mais meios e efetivos no terreno

No dia 4 de Fevereiro, uma semana após a passagem da depressão Kristin, militares ajudam a limpar restos de árvores derrubadas na Escola Básica Guilherme Stephens
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  • A atuação das Forças Armadas no apoio às populações afetadas pela tempestade Kristin ficou “mais robusta” a partir de 30 de janeiro, após uma determinação governamental.
  • Os militares já estavam no terreno desde 28 de janeiro, primeiro dia da tempestade, com o primeiro pedido da Proteção Civil a ser respondido às 13h00 do mesmo dia.
  • Em 29 de janeiro foi implementado o estado de prontidão azul, que implica uma resposta de 24 horas.
  • A robustez resulta do contacto directo entre os ramos das Forças Armadas e os municípios, autorizado pelo governo a partir de 30 de janeiro, aumentando significativamente meios, efetivos e ações no terreno.
  • No dia 21 de janeiro, o Exército já tinha destacado uma equipa de engenharia para a região de Ferreira do Zêzere, o único envolvimento militar até ali, antes do maior envolvimento subsequente.

No seguimento da tempestade Kristin, o apoio das Forças Armadas a populações afetadas tornou-se mais robusto a partir de 30 de janeiro, após ordem governamental. Os meios passaram a ser contactados directamente pelas autarquias.

A actuação militar começou no dia 28 de janeiro, com resposta às 13h00, após o primeiro pedido da Proteção Civil. Em 29 de janeiro, foi activado o estado de prontidão azul, com resposta em 24 horas.

A porta-voz do EMGFA, tenente-coronel Susana Pinto, explicou que as Forças Armadas são agentes de proteção civil secundários, e que os pedidos iniciais vieram via ANEPC. O primeiro destacamento foi de engenharia, para abrir vias na região de Ferreira do Zêzere.

Mudança de abordagem

A Marinha indicou dois momentos na intervenção: inicialmente via ANEPC, depois com maior envolvimento direto com municípios a partir de 30 de janeiro. A autorização para contacto directo aumentou o número de meios, efectivos e ações em campo.

Contexto político e balanço

O Presidente da República sinalizou dúvidas sobre a percepção da dimensão dos danos, o que poderá ter atrasado a activação total de meios. O Primeiro-Ministro assegurou que tudo foi feito para prevenir e manter as forças prontas, sem fechar a porta a avaliações futuras.

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