- Isabel Lhano morreu a 10 de dezembro de 2023, aos 70 anos, quando comemorava 50 anos de carreira.
- Era pintora, feminista, humanista e ativista, considerada próxima do escritor Valter Hugo Mãe.
- Este ano, Isabel Lhano é o mote para a 21.ª Queima do Judas de Vila do Conde.
- O espetáculo comunitário de rua junta cerca de 200 participantes em palco, combinando teatro, música, dança, circo e artes plásticas.
- A estreia realiza‑se no dia 4 de abril, às 22h30, no Centro de Memória, com organização da Nuvem Voadora – Associação Cultural.
Isabel Lhano, pintora, feminista e ativista, morreu a 10 de dezembro de 2023, aos 70 anos, enquanto celebrava 50 anos de carreira. O seu legado envolve defesa da liberdade e uma postura humanista que marcou a sua vida pública.
Este ano, Lhano inspira a 21.ª Queima do Judas de Vila do Conde, um espetáculo comunitário de rua que mistura teatro, música, dança, circo e artes plásticas. O elenco envolve cerca de duas centenas de artistas em palco.
A organização fica a cargo da Nuvem Voadora – Associação Cultural e o evento ocorre no Centro de Memória, em Vila do Conde, no dia 4 de abril, às 22h30. A iniciativa mantém vivo o espírito da celebração local.
Isabel Lhano como mote
Valter Hugo Mãe descrevia-a como quase irmã, reforçando o papel da artista na narrativa do festival. A relação entre a homenageada e o objetivo cultural da Queima do Judas reforça o caráter comunitário da edição.
A Queima do Judas de Vila do Conde é, há décadas, um espaço de expressão plural. A edição deste ano mantém a tradição de misturar várias linguagens artísticas para contar uma história coletiva em cena.
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