- Os Estados Unidos anunciaram um novo ataque no Pacífico a um barco alegadamente utilizado para tráfico de droga, que deixou duas pessoas mortas e um sobrevivente.
- Segundo o Comando Sul dos Estados Unidos, já morreram pelo menos 130 pessoas e foram destruídos 38 navios desde setembro, com a Guarda Costeira a resgatar a pessoa sobrevivente.
- Este foi o terceiro ataque conhecido desde o início do ano, após ações ocorridas em 23 de janeiro e 5 de fevereiro.
- A Administração de Donald Trump, embora descreva ações contra cartéis, não apresentou provas sólidas de que os barcos visados estivessem efetivamente envolvidos em tráfico, e as operações geram debates sobre legalidade e execuções extrajudiciais.
- O texto faz ainda referência a ações associadas à luta contra cartéis, mencionando a suposta captura de Nicolás Maduro e da esposa em Caracas, levada para Nova Iorque para enfrentar acusações de narcoterrorismo.
O Exército dos EUA informou ter realizado na segunda-feira um novo ataque no Pacífico, visando um barco supostamente ligado a traficantes de droga. Dois ocupantes morreram e houve um sobrevivente, segundo o Comando Sul dos EUA.
O ataque já anunciado pelo comando norte-americano para a região resultou na morte de pelo menos 130 pessoas e na destruição de 38 navios desde setembro. O resgate da terceira vítima foi assegurado pela Guarda Costeira dos EUA.
Este é o terceiro ataque conhecido este ano, depois de ações em 23 de janeiro e 5 de fevereiro. A Administração de Donald Trump não apresentou provas sólidas de envolvimento dos navios com tráfico, enquanto denúncias de execuções extrajudiciais ganharam destaque.
A campanha é apresentada pela Casa Branca como parte da luta contra cartéis de droga que operam para os EUA, mas tem gerado debate internacional e dentro da política norte-americana.
No âmbito da luta contra os cartéis, o presidente venezuelano Nicolás Maduro e a esposa foram capturados em Caracas e extraditados para Nova Iorque, sob acusações de narcoterrorismo e importação de cocaína, conforme a justiça norte-americana. O casal declarou inocência e tem audiência marcada para 17 de março.
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