- A Associação Portuguesa de Projetistas e Consultores criou uma junta de apoio técnico pro-bono para avaliação de danos em municípios afetados pelo mau tempo, com inspeções visuais e diagnósticos preliminares.
- A equipa, composta por empresas de engenharia e arquitetura, vai apoiar de forma imediata municípios, juntas de freguesia e entidades públicas ou privadas afetadas.
- As avaliações são preliminares e não substituem estudos detalhados, intervenções de emergência ou decisões de execução; os pedidos devem ser feitos via info@appconsultores.org.pt.
- Quinze pessoas já morreram em Portugal desde 28 de janeiro devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta, com centenas de feridos e desalojados.
- Regiões mais afetadas: Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo; o Governo prolongou a calamidade até dia 15 para 68 concelhos, com medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
A Associação Portuguesa de Projetistas e Consultores (APPC) anunciou, nesta terça-feira, a criação de uma junta de apoio técnico para avaliação gratuita de danos em municípios afetados pelo mau tempo. A iniciativa envolve uma rede de empresas de engenharia e arquitetura.
A junta oferece inspeções visuais e diagnósticos preliminares de segurança em edifícios e infraestruturas, de forma pro-bono, para apoiar municípios, juntas de freguesia e entidades públicas ou privadas afetadas. Visa também ajudar na priorização de intervenções e na definição de soluções técnicas futuras.
As avaliações são preliminares e não substituem estudos detalhados, intervenções de emergência ou decisões de execução, que cabem às entidades públicas. Os municípios podem solicitar o apoio através do e-mail info@appconsultores.org.pt.
Contexto meteorológico e consequências
Desde 28 de janeiro, quinze pessoas morreram em Portugal devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta. O temporal causou centenas de feridos, desabrigados, destruição de infraestruturas e cortes de energia, água e comunicações. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
Medidas administrativas e apoio financeiro
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio que totalizam até 2,5 mil milhões de euros. As consequências materiais incluem quedas de árvores, estradas fechadas e interrupções em serviços de transporte e ensino.
Perspetivas e alerta
O estado de alerta permanece em vigor, com a Proteção Civil a manter avisos de precipitação intensa e risco de inundações em várias zonas do país. As autoridades reiteram a necessidade de avaliação rápida e segura das estruturas afetadas.
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