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Algarve regista 17 derrocadas em 24h, sem feridos graves

Chuva e vento provocaram dezassete derrocadas no Algarve em vinte e quatro horas, sem registo de situações graves; Aljezur foi o concelho mais afetado

Polícia Marítima e bombeiros no local de cratera aberta no Algarve
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  • Chuva e vento provocaram 17 deslizamentos de terras e derrocadas no Algarve em 24 horas, sem situações graves.
  • No distrito de Faro registaram-se 36 episódios entre as 12h de segunda-feira e as 12h de terça-feira, sem impactos significativos.
  • Aljezur foi o concelho mais afetado, com cinco ocorrências; Portimão (quatro), Monchique (três), Silves (duas) e Vila do Bispo, Faro e Lagoa com uma ocorrência cada.
  • Operacionais: 104, apoiados por 54 meios terrestres, em limpeza de vias, queda de estruturas e árvores.
  • O CREPC mantém a situação de contingência até domingo às 23h59, com monitorização contínua; as barras algarvias permanecem abertas, sob monitorização.

O Algarve registou 17 deslizamentos de terras e derrocadas em 24 horas, registados pelo Comando Regional de Emergência e Proteção Civil (CREPC). Não houve situações graves até ao momento.

No distrito de Faro foram contabilizados 36 episódios relacionados com o mau tempo entre as 12h de segunda-feira e as 12h de terça-feira, sem impactos significativos na segurança de pessoas e bens. A maioria dos incidentes ocorreu por movimentos de massa.

Entre os concelhos, Aljezur foi o mais afetado, com cinco ocorrências, seguido por Portimão (quatro), Monchique (três), Silves (dois) e Vila do Bispo, Faro e Lagoa com uma cada.

O dispositivo contou com 104 operacionais e 54 meios terrestres, para limpeza de vias, desobstrução de estruturas e queda de árvores. Não houve necessidade de reforços externos aos municípios.

As ocorrências surgiram em vários municípios e foram resolvidas a nível municipal, mantendo-se inertes os planos de ajuda externos. O CREPC informa que a situação de contingência permanece em vigor até às 23:59 de domingo.

Silves, Monchique, Vila Real de Santo António, Alcoutim e Castro Marim mantêm planos municipais de Emergência em atividade; São Brás de Alportel está em alerta. Silves, Vila Real de Santo António, Alcoutim e Castro Marim permanecem em contingência.

Os planos municipais preveem pré-posicionamento de equipas, condicionamento de vias, encerramento de alguns estabelecimentos escolares e suspensão de transportes escolares. A monitorização é assegurada pelas entidades envolvidas.

Com previsões de precipitação, vento forte e agitação marítima, o dispositivo regional mantém-se em estado de prontidão máxima, pronto a responder a novas ocorrências com cooperação entre todas as entidades da Proteção Civil.

Apesar do mau tempo, as 11 barras algarvias permanecem abertas à navegação, com monitorização permanente. Abertas estão as barras de Albufeira, Alvor, Baleeira, Vila Real de Santo António, Faro, Lagos, Olhão, Portimão, Quarteira, Vilamoura e Tavira.

Portugal regista 15 mortes desde 28 de janeiro devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta, com centenas de feridos e desalojados. As principais consequências envolvem danos em casas, infraestruturas, estradas, escolas e serviços, bem como cortes de energia e comunicações.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e confirmou medidas de apoio financeiro até 2,5 mil milhões de euros. O objetivo é sustentar a resposta às consequências do temporal em várias regiões.

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