- No Festival GUIdance, a colaboração Tender Riot estreia-se com ensaios sem direcção sobre o poder de dançarmos juntos.
- São sete criadores de dança, performance, artes visuais e música que se unem numa cooperativa de afectos entre cansaço, inquietação, desilusão e desejo.
- Cada participante traz a sua especificidade artística, sem hierarquia ou orientação fixa, para criar uma poética colectiva.
- A proposta mantém-se como uma leitura física e sensível, com foco na resistência e no alento comum através do corpo.
No GUIdance, a estreia da colaboração Tender Riot apresenta ensaios sem direcção, centrados no poder de dançar juntos. O projecto surge no âmbito do festival e junta criadores de áreas diversas para explorar o corpo em movimento como resposta colectiva.
São sete criadores de áreas como dança, performance, artes visuais e música. Ana Rita Xavier, Daniel Conant, Madison Pomarico, Andy Pomarico, Jonas Friedlich, Maurícia Barreira Neves e Belisa Branças integram uma cooperativa de afectos, sem hierarquia orientadora.
A iniciativa nasce em tempos de tempestade global, propondo uma leitura sensível do corpo como alento comum. A organização pretende mostrar a união entre cansaço, inquietação, desilusão e desejo, num esforço poético e político partilhado.
Cooperativa de afectos
Apoiada pela diversidade de práticas, a colaboração aposta numa poética colectiva que não define caminhos preestabelecidos, mas abre espaço a experimentação conjunta. A leitura é centrada na potencialidades do encontro entre corpos.
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