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Tatuagens associadas ao cancro: cientistas dinamarqueses apresentam provas

Tatuagens associadas a cancro: estudo dinamarquês mostra que a tinta pode comprometer o sistema imunitário, aumentando o risco de linfoma em 2,7 vezes

Partículas de tinta podem afetar a função dos gânglios linfáticos a nível molecular
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  • Estudos da Universidade do Sul da Dinamarca, em colaboração com a Universidade de Helsínquia, indicam que tatuagens podem comprometer o sistema imunitário.
  • A pesquisa analisa partículas de tinta e a possível alteração da função dos gânglios linfáticos a nível molecular.
  • As descobertas sugerem que, no linoma, o risco pode ser 2,7 vezes superior.
  • Cientistas asseguram que há provas emergentes que associam tatuagens a cancro, com necessidade de mais investigação.
  • O estudo avança com evidências, destacando a importância de novos trabalhos para compreender o fenómeno.

Estudo conjunto entre a Universidade do Sul da Dinamarca e a Universidade de Helsínquia aponta que tatuagens podem interferir com o funcionamento do sistema imunitário. Os investigadores analisaram como partículas de tinta interagem com o linfóreo a nível molecular.

As conclusões indicam que a presença de pigmentos na pele pode afetar a função de gânglios linfáticos, com implicações no modo como o corpo responde a estímulos imunológicos. Os dados sugerem alterações no funcionamento das vias imunitárias associadas às tatuagens.

No âmbito do linfoma, os cientistas destacam um potencial de risco 2,7 vezes maior em comparação com situações sem tatuagens, segundo a análise realizada pela equipa dinamarquesa com apoio finlandês. Os resultados incrementam o debate sobre possíveis impactos a longo prazo.

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