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PSP investiga maus-tratos em creche de Lisboa

PSP investiga denúncias de maus-tratos numa creche em Lisboa; protesto de pais impede a abertura e uma mulher é detida por agredir funcionária à frente de polícias

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  • A PSP abriu uma investigação por maus-tratos a crianças numa creche em Lisboa, após denúncia feita por uma ex-funcionária.
  • Cerca de quarenta encarregados de educação reuniram-se em frente à Academia Sonhar e Crescer, em Carnide, impedindo a abertura da creche.
  • Uma mulher foi detida depois de agredir uma funcionária à frente dos agentes da PSP.
  • Surgiram relatos de um traumatismo craniano numa criança, com alegações de maus-tratos divulgadas pela ex-funcionária que terá avisado os pais.
  • A investigação decorre em articulação com o Ministério Público, e o PSP aguarda respostas do Instituto da Segurança Social e da Procuradoria-Geral da República sobre a instituição.

A PSP abriu uma investigação após uma denúncia de maus tratos de crianças numa creche em Lisboa, tornada pública na segunda-feira. O protesto de cerca de 40 encarregados de educação coincidiu com o momento em que a creche não abriu as portas, em Carnide.

Os pais concentraram-se à porta da Academia Sonhar e Crescer desde as 7h30, com câmaras de televisão presentes. Alegaram que não tinham suspeitado de nada e apontaram que, quando reclamavam, as responsáveis diziam que eram outras crianças a empurrar. Uma ex-funcionária terá alertado para maus-tratos.

A PSP indicou ter iniciado a investigação em articulação com o Ministério Público de DIAP Lisboa. O objetivo é apurar responsabilidades e determinar o que aconteceu na instituição na última época de funcionamento.

O Comando Metropolitano de Lisboa confirmou danos na porta da creche e agressões a uma funcionária por parte de uma manifestante, que foi detida e apresentada a interrogatório judicial. O episódio ocorreu diante das autoridades, que prestaram apoio no local.

Entre os pais presentes esteve Francisco Cavaneiro, que disse ter levado o filho com quase dois anos ao espaço desde os seis meses. O pai afirmou que o filho terá testemunhado agressões e que houve relatos de desmaios entre as crianças, segundo uma ex-funcionária.

O Cometlis também referiu que alguns familiares exibiam cartazes com imagens de alegados ferimentos. A PSP reiterou que, embora haja preocupações, os trâmites legais devem orientar a denúncia de crimes, assegurando a ordem pública e a confiança nas instituições.

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