- A ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, promoveu, a título póstumo, duas agentes da PSP falecidas em serviço; a decisão foi publicada no Diário da República.
- Ana Teresa Roldão, agente desde dezembro de 2021, morreu em agosto de 2023, aos 28 anos, num acidente de viação em Loures, ao seguir num carro patrulha.
- Roldão foi promovida, a título póstumo, à categoria de agente principal, pela sua “excecional abnegação” e dedicação à missão da PSP.
- Délia Lopes, 38 anos, estava numa missão das Nações Unidas representando a PSP no Sudão do Sul, quando, em outubro de 2024, morreu de doença contraída durante o serviço. Lopes foi promovida, a título póstumo, à categoria de agente coordenador.
A ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, promoveu, a título póstumo, duas agentes da PSP mortas em serviço. A decisão foi publicada no Diário da República.
A agente Ana Teresa Roldão, 28 anos, integrou a PSP desde dezembro de 2021 e faleceu em agosto de 2023, num acidente de viação em Loures, quando seguia num carro patrulha a caminho de uma ocorrência. Foi promovida a título póstumo à categoria de agente principal.
A agente principal Délia Lopes, 38 anos, estava em missão das Nações Unidas em representação da PSP no Sudão do Sul, quando, em outubro de 2024, morreu de doença contraída durante o serviço. Foi promovida, por distinção, a título póstumo, à categoria de agente coordenador.
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