- Mariana Leitão, líder da Iniciativa Liberal, pediu rapidez nos apoios para reparar escolas danificadas pela tempestade Kristin, para que os alunos não fiquem sem aulas.
- Na Escola EB2/3 de Pataias, o vento provocou quedas de árvores, danos nas coberturas e infiltrações, levando ao encerramento da escola e à transferência de cerca de 260 alunos para a escola sede do agrupamento, em Alcobaça.
- A transferência foi articulada entre o município de Alcobaça, a Junta de Freguesia de Pataias e a direção do Agrupamento de Escolas de Cister, com transporte assegurado pelo município.
- O agrupamento informou que manteve horários para turmas e docentes, com reforço do pessoal não docente e condições específicas para a alimentação dos alunos mais novos.
- A direção da escola não antecipa quando a situação regressará ao normal, estimando que os cerca de 260 alunos só poderão regressar no próximo ano letivo.
Mariana Leitão, líder da Iniciativa Liberal (IL), pediu hoje velocidades maiores nos apoios para reparar escolas danificadas pela tempestade Kristin, no concelho de Alcobaça. O objetivo é permitir a retoma rápida das atividades letivas.
Na EB2/3 de Pataias, o vento provocou quedas de árvores que danificaram coberturas e vedações, levando ao encerramento da escola e à transferência de cerca de 260 alunos, do 5.º ao 9.º ano, para a escola sede do agrupamento, em Alcobaça.
A IL, em conjunto com o município de Alcobaça, a Junta de Freguesia de Pataias e a direção do Agrupamento de Escolas de Cister, decidiu deslocar todos os alunos para a Escola Secundária D. Inês de Castro. O transporte ficará a cargo do município, sem alterações nos horários, e houve reforço de pessoal não docente.
Contexto nacional
Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro devido às depressões Cristino, Leonardo e Marta, com centenas de feridos e desalojados. As regiões mais afetadas são Centro, Lisboa e Vale do Tejo, e Alentejo.
O Governo prolongou a situação de calamidade até 15 de fevereiro para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio que podem chegar aos 2,5 mil milhões de euros. As consequências incluem destruição de casas, estradas cortadas, interrupção de serviços e cortes de energia e água.
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