- Cerca de 525 habitações ficaram afetadas pelo mau tempo em Castanheira de Pera; até ao momento, 104 já foram intervencionadas com reposição de telhas ou colocação de lonas.
- No estaleiro municipal está disponível um banco de telhas gratuito e, no pavilhão municipal, há acesso a banhos quentes gratuitos.
- A atenção social alcançou 303 pessoas, incluindo sete desalojados e oito doentes com necessidade de oxigenoterapia diária; uma sala da Misericórdia acolhe quem tem patologia de apneia do sono.
- Foi criado um grupo de trabalho para o levantamento de danos e pedidos de apoio; os munícipes podem dirigir-se aos Paços do Concelho ou ao serviço móvel que já percorre as aldeias.
- Os principais danos abrangem quedas de árvores, habitações e infraestruturas, bem como estragos em redes eléctricas e de telecomunicações; 60 estruturas de média tensão estão danificadas e a reposição de energia está quase regularizada.
O município de Castanheira de Pera informou que, entre as habitações afetadas pelo mau tempo, já foram intervencionadas 104 de um total de 525. As ações incluem reposição de telhas e colocação de lonas, com equipas dedicadas ao levantamento e à resposta aos casos mais urgentes. O balanço foi divulgado na segunda-feira pela Câmara do concelho, no distrito de Leiria.
No estaleiro municipal ficou disponível um banco de telhas gratuito, e no pavilhão municipal há acesso a banhos quentes sem custos. Também existem espaços de apoio no quartel dos Bombeiros e na Biblioteca Municipal, com carregamento de equipamentos e acesso à Internet, este último informações que permitem trabalho remoto.
Apoio à população
A Misericórdia de Castanheira de Pera colabora com as equipas de ação social, assegurando apoio aos mais vulneráveis. No total, foram acompanhadas 303 pessoas, incluindo sete desalojados e oito com necessidades de oxigenoterapia diária. Uma sala da instituição acolhe ainda pacientes com apneia do sono, para tratamento temporário.
Para ampliar o apoio, foi criado um grupo de trabalho que auxilia no levantamento de danos e na gestão de pedidos de apoio. Os munícipes podem dirigir-se aos Paços do Concelho ou recorrer ao serviço móvel que já percorre as aldeias do concelho.
Danos e retoma de serviços
Desde o início da crise, o município ativou o Plano Municipal de Emergência, na manhã de 28 de janeiro, em resposta à depressão Kristin. As principais ocorrências são quedas de árvores, danos em habitações, estradas e infraestruturas, com capitações de estruturas e inundações. Foram registadas 60 estruturas elétras de média tensão danificadas.
A reposição de energia apresenta regresso próximo à normalidade, com exceções pontuais. Em telecomunicações, os danos na rede fixa são significativos, com evolução de recuperação descrita como parcialmente regularizada.
O presidente da Câmara informou que o prejuízo total no concelho é estimado em milhões de euros, com várias centenas de habitações e infraestruturas afetadas. As autoridades mantêm o acompanhamento com ações coordenadas pelas autoridades locais e serviços sociais.
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