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Bad Bunny anima o Super Bowl com Porto Rico, sem receio de provocar o mundo

Bad Bunny transforma o intervalo do Super Bowl LX em celebração da cultura porto-riquenha e discurso crítico, gerando reação global e polémica política

Super Bowl LX histórico com Bad Bunny: cultura porto-riquenha, casamento ao vivo e Grammy nas mãos de um jovem ator
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  • Bad Bunny anunciou no intervalo do Super Bowl LX a cultura porto-riquenha e fez críticas sociais, incluindo uma denúncia ao ICE; a apresentação gerou reação de Donald Trump nas redes.
  • Durante o show, o artista entregou o Grammy de Melhor Álbum do Ano a Lincoln Fox, um ator no palco; foi esclarecido que a criança não era Liam Conejo Ramos.
  • Um dos momentos mais falados foi o casamento no palco, agora legalmente válido, com Bad Bunny como testemunha e um oficial; Lady Gaga encerrou a cena cantando.
  • O espetáculo contou com participações de Lady Gaga e Ricky Martin, além de presenças de Cardi B, Karol G, Jessica Alba, Pedro Pascal, Alix Earle e Young Miko na cena da casita.
  • O Super Bowl fechou com Seattle Seahawks 29, New England Patriots 13; a Bad Bunny World Tour passa por Portugal a 26 e 27 de maio, no Estádio da Luz, em Lisboa.

Bad Bunny levou o intervalo do Super Bowl LX a uma celebração da cultura porto-riquenha, misturando música, dança e mensagens sociais. O evento ocorreu no Levi’s Stadium, na Califórnia, durante a meia‑tempo, com o cantor a apresentar um set que enfatizou identidades e questões públicas.

Durante a atuação, o artista repetiu mensagens de denúncia já proferidas nos Grammys, apontando críticas ao ICE e ao racismo. O objetivo foi informar e provocar reflexão, mantendo o foco numa visão de inclusão e resistência.

Reação e controvérsia

Entre os momentos discutidos, Bad Bunny entregou o seu Grammy de Melhor Álbum do Ano a uma criança no palco, num gesto simbólico de esperança. Depois, fãs associaram a cena a Liam Conejo Ramos, criança detida pelo ICE. A produção confirmou que o menino era Lincoln Fox, ator contratado para a encenação, não o rapaz referido.

A reação externa foi imediata. O presidente norte‑americano Donald Trump classificou o espetáculo como terrível e uma afronta à América, afirmando que a linguagem não era compreendida e criticando a presença de crianças na plateia. A produção manteve o tom de neutralidade, sem entrar em polémicas.

Convidados e encenações

O evento contou com participações especiais de Lady Gaga e Ricky Martin. Lady Gaga subiu a uma plataforma de altura para interpretar uma versão latina de Die With a Smile, acompanhada pelo grupo Los Sobrinos, e dividiu dança com Bad Bunny. Martin atuou em Lo Que Le Pasó a Hawaii, sentado diante de uma bananeira.

Ricky Martin encenou a música com recurso a uma cadeira de plástico e a uma encenação de apagão, em referência aos cortes de eletricidade ocorridos em Porto Rico após o furacão Maria. O palco ainda integrou a sugestão de uma residência de Bad Bunny em Porto Rico, com várias personalidades a dançar na cenografia da casita.

Casamento no palco e desfecho

Outro momento marcante foi o casamento revelado no palco, apresentado como válido. Um casal celebrou-se diante de câmaras, com um oficial de cerimónia, após Bad Bunny entregar uma caixa a um bailarino. Lady Gaga retornou para cantar numa sequência unificada com a celebração.

Representantes de Bad Bunny confirmaram ao The Hollywood Reporter que o casal era real e que a cerimónia foi integrada no show, com o artista a atuar como testemunha. O show terminou com a interpretação de DtMF, o maior sucesso do músico, fechando o intervalo com uma celebração cultural.

Epílogo do espetáculo

Entre gritos e aplausos, o intervalo consolidou a imagem de Bad Bunny como produtor de momentos de reflexão social no palco musical. Nas telas do estádio, uma mensagem destacava que o amor pode ser mais poderoso que o ódio, alinhando a performance a uma mensagem de inclusão.

A noite também exibiu a presença de outros nomes como Cardi B, Karol G, Jessica Alba, Pedro Pascal, Alix Earle e Young Miko, que interagiram com a cenografia da casita. O intervalo terminou com várias bandeiras americanas e latino‑americanas no palco, simbolizando união entre culturas.

Em Portugal

A digressão mundial de Bad Bunny mantém o foco na celebração da identidade porto-riquenha. A digressão “World Tour” chega a Portugal em maio, com concertos marcados para Lisboa, no Estádio da Luz, a 26 e 27 de maio.

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