- A Câmara Municipal da Moita desativou o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, ativado na quinta-feira por causa das condições atmosféricas adversas.
- Na altura da ativação, foram encerradas escolas e equipamentos municipais, bem como o comércio junto às zonas ribeirinhas e serviços públicos considerados não essenciais.
- A autarquia informou que as condições vão manter-se inconstantes e pediu vigilância à população, com chuva persistente prevista nos próximos dias e preocupação com solos húmidos e aumento dos caudais dos rios.
- No fim de semana, algumas estradas do concelho estiveram interrompidas por inundações.
- A conjuntura nacional segue marcada por danos materiais e por 15 mortos desde 28 de janeiro, com o Governo a prolongar a calamidade até ao dia 15 para 68 concelhos e a anunciar medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
A Câmara Municipal da Moita desativou esta segunda-feira o seu Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, ativado na quinta-feira devido às condições atmosféricas adversas. A decisão foi anunciada pela autarquia na rede social Facebook.
Na quinta-feira, quando o plano esteve ativo, foram encerradas as escolas e os equipamentos municipais por precaução, no âmbito do alerta vermelho da Proteção Civil para inundações na Bacia do Tejo. Também houve encerramento de comércio local e associações junto às zonas ribeirinhas.
Foram ainda suspensos serviços públicos considerados não essenciais, mantendo-se a vigilância. A Moita alerta para a persistência de tempo instável nos próximos dias e sugere evitar deslocações desnecessárias, especialmente nas áreas ribeirinhas.
Condições climáticas e recomendações
Mesmo com a desativação do plano, continuam abertas preocupações relacionadas à permeabilidade do solo e ao aumento dos caudais dos rios, que podem manter dificuldades de circulação. A autarquia pede prudência à população e a cumprir informações oficiais.
No fim de semana, já tinham sido determinadas interrupções em algumas estradas do concelho devido a inundações. O atendimento das urgências e serviços essenciais mantém-se conforme previsto.
Portugal viveu um conjunto de depressões com impactos significativos. Quinze pessoas morreram, houve centenas de feridos e desalojados, e regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas. O Governo estendeu a calamidade até 15 de maio para 68 concelhos, com apoio financeiro até 2,5 mil milhões de euros.
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