- Viana do Castelo ativou o Plano Distrital de Emergência e Proteção Civil após a ativação simultânea de três Planos Municipais no distrito.
- A decisão foi comunicada pela Comissão Distrital de Proteção Civil ao secretário de Estado da Proteção Civil, resultante de uma reunião extraordinária liderada pelo presidente Tiago Cunha, autarca de Paredes de Coura.
- A ativação ocorreu após a Declaração da Situação de Contingência para os concelhos de Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e Ponte de Lima, entre as zeros de 5 de fevereiro e as 23:59 de 15 de fevereiro.
- A decisão baseia-se na continuidade de tempo meteorológico extremo e no risco de cheias, inundações e deslizamentos em zonas historicamente vulneráveis.
- O Governo prolongou a situação de calamidade até 15 de fevereiro para 68 concelhos, com medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
O Plano Distrital de Emergência e Proteção Civil de Viana do Castelo foi acionado esta noite. O acionamento ocorreu após a ativação simultânea de três Planos Municipais de Emergência do distrito, devido ao mau tempo recente.
A decisão foi comunicada ao secretário de Estado da Proteção Civil. O processo teve origem numa reunião extraordinária, aberta pelo presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil e autarca de Paredes de Coura, Tiago Cunha.
A iniciativa segue a Declaração da Situação de Contingência para os concelhos de Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e Ponte de Lima. A declaração vigorou entre 00:00 de 5 de fevereiro e 23:59 de 15 de fevereiro.
Contexto meteorológico e impacto
A decisão baseou-se na continuidade de condições meteorológicas extremas e no risco de cheias, inundações e deslizamentos em áreas vulneráveis. Quatorze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro devido às depressões Kristin, Leonardo e Marta.
As regiões mais afetadas são o Centro, Lisboa e Vale do Tejo, e o Alentejo. As consequências materiais incluem destruição de habitações, interrupção de serviços, cortes de energia e quedas de árvores e infraestruturas.
Medidas de apoio e âmbito
O Governo prolongou a calamidade até 15 de fevereiro para 68 concelhos. Foram anunciadas medidas de apoio financeiro que podem chegar a 2,5 mil milhões de euros. As autoridades mantêm vigilância e estão a coordenar recursos para as zonas mais afetadas.
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