- Rodrigo Leão é músico português, conhecido por carreira que vai desde as bandas Sétima Legião e Madredeus até à carreira a solo e áudios para cinema e teatro.
- Neste domingo apresenta no Coliseu do Porto o disco “O rapaz da montanha”, descrito como o mais português da sua obra.
- Na juventude, marcava ensaios às cinco da tarde em casa dos pais, não para tocar bem, mas para inventar e gravar.
- A sua música transmite calma e leveza, apesar do turbilhão interior, com o processo criativo descrito como espontâneo e natural.
- O compositor diz que, por vezes, horas acabam em branco; noutras, surge-lhe material que guarda no computador ou no telemóvel.
Rodrigo Leão, músico de referência da cena portuguesa, apresenta neste domingo no Coliseu do Porto o disco “O rapaz da montanha”, descrito como o mais português da sua carreira. O espectáculo faz parte de uma tournée dedicada ao seu repertório de bandas e projetos a solo.
Ao longo da sua evolução, Leão integrou bandas icónicas como Sétima Legião e Madredeus, antes de seguir num percurso a solo que inclui bandas sonoras para cinema e teatro. O concerto do Porto celebra esse percurso multifacetado e a assinatura musical que o caracteriza.
O músico começou a tocar na juventude, numa casa de familiares, com ensaios diários ao fim da tarde. O objetivo inicial era experimentar e gravar, não apenas tocar. O projeto foi ganhando corpo com a adição de guitarra, órgão e piano.
Carreira e o novo disco
Leão descreve o processo criativo como espontâneo e natural, sem fórmulas rígidas. Às vezes demora horas sem sair nada; noutras alturas, surgem ideias que ficam guardadas em dispositivos digitais para posterior desenvolvimento.
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