- O líder do Juntos Pelo Povo (JPP) advertiu que a abstenção não pode vencer na segunda volta das presidenciais.
- Élvio Sousa votou numa secção instalada no Salão Paroquial de Gaula, em Santa Cruz, na zona leste da ilha.
- O JPP é hoje o maior partido da oposição madeirense, com 11 deputados na Assembleia Legislativa e representação na Assembleia da República.
- Mais de 11 milhões de eleitores estão chamados a votar na segunda volta para escolher o substituto de Marcelo Rebelo de Sousa, com previsão de mau tempo.
- No primeiro sufrágio, António José Seguro obteve 31,1% dos votos e André Ventura ficou com 23,52%.
O líder do Juntos Pelo Povo (JPP) afirmou que, em eleições com abstenção potencial, é essencial recordar o poder constitucional que pertence ao povo. Em Gaula, na freguesia de Santa Cruz, zona leste da ilha, votou numa secção instalada no Salão Paroquial. Chamou os cidadãos a exercer o direito de voto e a evitar que a abstenção seja vencedora.
O JPP iniciou-se em 2009 como movimento cívico em Santa Cruz e hoje é o maior partido da oposição madeirense, contando com 11 deputados na Assembleia Legislativa e presença na Assembleia da República. A força regional é destacada pela liderança e pela representatividade em parlamentos nacionais.
Mais de 11 milhões de eleitores estão chamados à segunda volta das presidenciais, para escolher o substituto de Marcelo Rebelo de Sousa. As votações ocorrem num contexto de mau tempo, com previsão de chuva e vento.
Na segunda volta disputam António José Seguro e André Ventura, três semanas após o primeiro escrutínio de 18 de janeiro. No primeiro sufrágio, Seguro ficou com 31,1% dos votos e Ventura com 23,52%, de acordo com o apuramento geral.
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