- O Coliseu do Porto e a Irmandade dos Clérigos levam o projeto cultural ELO à cadeia de Custóias, em Matosinhos, envolvendo os reclusos no espetáculo previsto para maio na sala de espetáculos portuense.
- O objetivo é, através da música e da dança, fazer com que os reclusos se sinta transportados para lá fora dos muros da cadeia.
- José Vítor Machado, que cumpre pena por tráfico de droga há quatro anos e dois meses, descreve o projeto como uma oportunidade de felicidade.
- O Estabelecimento Prisional do Porto, em Custóias, é descrito como um espaço amplo e luminoso onde todos são tratados como iguais.
- O evento cultural envolve a colaboração entre o Coliseu do Porto e a Irmandade dos Clérigos para a apresentação em maio.
O Coliseu do Porto e a Irmandade dos Clérigos vão levar pela terceira vez o projeto cultural ELO à cadeia de Custóias, em Matosinhos, com apresentações previstas para maio na sala de espetáculos do Porto.
O projeto envolve reclusos que participam em música e dança, oferecendo uma oportunidade de atividade artística e de uma experiência que funciona como fuga temporária aos muros da prisão, num espaço amplo e luminoso onde todos são tratados como iguais.
Um dos reclusos, José Vítor Machado, está detido há quatro anos e dois meses por tráfico de droga e descreve o ELO como uma fonte de felicidade e bem-estar, destacando o efeito transformador da iniciativa.
A iniciativa é organizada pelo Coliseu do Porto e pela Irmandade dos Clérigos, com apresentação prevista para maio na sala de espetáculos da cidade, visando promover inclusão e cidadania entre os participantes.
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