- Um homem de 32 anos foi detido pela Polícia de Segurança Pública (PSP) de Oeiras por desrespeitar uma ordem judicial de afastamento da vítima, após a ex-namorada ter apresentado queixa por violência doméstica.
- Ao saber da nova queixa, o suspeito voltou a abordar a vítima e a ameaçá-la, proferindo a frase: “Vais pagar caro”.
- A PSP indica que a relação, de cerca de três meses, foi marcada por comportamento possessivo e controlador, com restrições às saídas com amigos e tentativas de condicionar a aparência da vítima.
- Após o fim da relação, o suspeito manteve contactos insistentes: chamadas telefónicas, visitas à residência, entregas de cartas na porta e abordagens via redes sociais, sem aceitar a rutura.
- O arguido, que já tinha antecedentes de comportamentos semelhantes, foi libertado pelo tribunal com a proibição de contacto com a vítima.
Oeste: Detido por violência doméstica após três meses de relação. Um homem de 32 anos foi detido por desrespeito a uma ordem de afastamento e por novas ameaças à ex-namorada. O incidente ocorreu na quinta-feira, em Oeiras, após a vítima apresentar nova queixa envolvendo violência doméstica.
Segundo a PSP, a relação durou cerca de três meses, período em que o suspeito exibiu comportamentos possessivos e controladores, com restrições às saídas da jovem e tentativas de condicionamento da sua aparência. Após o término, o indivíduo passou a contactar repetidamente a vítima por chamadas, deslocações à sua residência, envio de cartas e uso de redes sociais.
A investigação indica que o suspeito já estava referenciado por comportamentos semelhantes e já tinha sido constituído arguido, estando sujeito a Termo de Identidade e Residência. Mesmo assim, voltou a ameaçar a vítima em espaço público, com testemunhas presentes. O detido foi libertado pelo tribunal sob a medida de proibição de contacto com a vítima.
Detalhes da ocorrência
A PSP explicou que, após saber da nova queixa, o suspeito voltou a abordar a ex-namorada, demonstrando incapacidade de aceitar a ruptura. O caso permanece em investigação, com a medida de afastamento a vigorar durante o processo. A autoridade reforça a necessidade de denunciar situações de violência doméstica para proteção das vítimas.
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