- A Proteção Civil confirmou 1.163 deslocados devido ao mau tempo, todos realojados em serviços municipais de apoio à população ou pela Segurança Social.
- A possibilidade de desagravamento do cenário de cheias e do regresso a casa não é possível de momento, mantendo-se a situação em avaliação permanente.
- O comandante nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Mário Silvestre, afirmou que a probabilidade de mais desalojados é bastante elevada, dado os caudais atuais.
- A probabilidade de novas evacuações preventivas é maior sobretudo na Lezíria do Tejo e na região do Sado.
- O número de deslocados pode aumentar se os caudais persistirem, segundo as autoridades.
O mau tempo em Portugal levou ao deslocamento de 1.163 pessoas, todas realojadas.
A Proteção Civil avança que a probabilidade de crescer o número de desalojados é elevada, devido aos caudais nos rios, sobretudo na Lezíria do Tejo e no Sado.
O comandante nacional da ANEPC, Mário Silvestre, informou, no briefing de 12:30, na sede de Carnaxide, que ainda não é possível prever desagravamento nem regresso a casa dos deslocados, estando a situação em avaliação permanente.
Todos os deslocados já foram realojados ou em serviços municipais de apoio à população, ou através da Segurança Social.
A atuação decorre do cenário meteorológico adverso que persiste, com desalojamentos a depender das evoluções dos caudais nas bacias afetadas.
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