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Ópera do dia a dia e do sonho americano, dirigida por Jorge Balça

Tahiti! une Bernstein e Balça, com estreia em Lagoa e digressões no Algarve e em Lisboa, explorando amor e crise conjugal no sonho americano

Ensaios de *Tahiti!*, com encenação de Jorge Balça
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  • Tahiti!, programa dupla recuperado de 2017, junta óperas de Leonard Bernstein e de Jorge Balça com Alannah Halay.
  • A ópera aborda o amor e o desamor de um casal e tem estreia prevista em Lagoa, seguindo para o Algarve e Lisboa.
  • Segundo fontes oficiais, Leonard Bernstein terá começado a compor Trouble in Tahiti durante a lua-de-mel, em 1951.
  • Trouble in Tahiti é uma ópera de um só acto, dividida em sete cenas, que retrata a felicidade conjugal, a acrimónia e o reverso da vida familiar nos subúrbios dos Estados Unidos.
  • A obra aborda a promessa do sonho americano associada ao consumismo e ao materialismo pós-Segunda Guerra Mundial.

Recupera-se um programa duplo de 2017, Tahiti! que reúne óperas de Leonard Bernstein e de Jorge Balça e Alannah Halay. A obra chega a Lagoa, segue para o Algarve e encerra em Lisboa, numa produção que cruza mundos entre o clássico e o contemporâneo.

A encenação foca o amor e o desamor de um casal, apresentado ao longo de uma narrativa que questiona a felicidade conjugal. O elenco ainda não confirmou se inclui novos elementos, mantendo o núcleo temático da relação a nascer, evoluir e falhar.

Os responsáveis pela direção artística são apontados pela organização local, com a colaboração de Balça e Halay. A apresentação combina música original com apontamentos coreográficos, procurando um resultado teatral coeso entre estilos.

Contexto histórico

Dizem fontes oficiais que, durante a lua de mel em 1951, Bernstein começou a compor a ópera Trouble in Tahiti, em um único acto com sete cenas. A obra aborda o sonho americano, o consumismo e o descompasso entre aparência e realidade familiar.

A obra de Bernstein é comparada, por especialistas, à visão de subsúrbios norte-americanos após a Segunda Guerra Mundial. A peça é descrita como uma reflexão sobre as pressões de manter uma imagem de felicidade.

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