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Dezanove crianças de escola em Coimbra recebem tratamento por infeção

19 crianças da Escola Básica Inês de Castro, em Coimbra, com infeção por norovírus; já alta e em casa; investiga-se origem alimentar ou hídrica, sem impacto no regresso à escola

Crianças foram diagnosticadas com uma "infeção com um norovírus"
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  • Dezanove crianças da Escola Básica Inês de Castro, em Coimbra, com idades entre 10 e 15 anos, receberam cuidados médicos na noite de sexta-feira por vómitos e diarreia, e já tiveram alta.
  • No Hospital Pediátrico de Coimbra foi diagnosticada infeção por norovírus; as crianças já estão a recuperar em casa, segundo o vice-presidente da Câmara, Miguel Antunes.
  • Para além dessas 19 situações, registaram-se mais casos na EB 2,3 Inês de Castro com a mesma condição, mas sem necessidade de apoio hospitalar; o número total exato não está disponível.
  • As autoridades monitorizaram a hidratação durante o tratamento; a origem da infeção foi inicialmente associada à confeção de alimentos, mas a possibilidade de água da escola também está a ser analisada.
  • Os resultados das análises sobre alimento e água ainda não estão disponíveis; o município mantém vigilância e garante que a escola deverá funcionar normalmente na segunda-feira.

Aos vinte anos? Não, aos 19 jovens da Escola Básica Inês de Castro, em Coimbra, foi necessário cuidados médicos após sintomas de vómitos e diarreia na noite de sexta-feira. Os alunos tinham entre 10 e 15 anos e já receberam alta.

Após tratamento no Hospital Pediátrico de Coimbra, foi diagnosticada uma infeção por norovírus. Os sete dias seguintes viram as crianças a recuperar-se em casa, segundo o vice-presidente da Câmara Municipal, Miguel Antunes.

Além dos 19 casos que precisaram de atendimento, surgiram outras ocorrências entre alunos da EB 2,3, Inês de Castro com a mesma condição, sem necessidade de apoio hospitalar. O autor agradeceu o esforço da equipa de saúde.

Investigação em curso

A administração do município indicou que a situação começou a ser acompanhada na noite de sexta, com vigilância da hidratação das crianças. A alta hospitalar indicou fim de sinal de alarme para aquelas situações.

Foram enviadas análises de dois potenciais veículos de contágio: os alimentos das refeições dos últimos dois dias e o abastecimento de água da escola. Os resultados ainda não estão disponíveis.

O município manteve contacto com a associação de pais para esclarecer a situação e monitorizar a evolução. O funcionamento da escola está garantido para segunda-feira, segundo a autarquia.

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