- O Fundo de Emergência Social de Apoio às Vítimas da Tempestade Kristin, criado pela Cáritas Diocesana de Leiria-Fátima, ultrapassou 1 milhão de euros, atingindo 1.084.313,18 euros às 16:00 de quinta-feira.
- O fundo é financiado por donativos através de MB WAY, transferência bancária e donativo online, criado no dia 30 de janeiro após reunião com a Proteção Civil e o Município de Leiria, em sintonia com o bispo diocesano, José Ornelas.
- Na quarta-feira à noite registavam-se 30.123 transações de doação; o menor valor é 1 euro e o maior, 40 mil euros.
- O diretor de serviços Nelson Costa disse que o fundo será gerido com total transparência e dignidade, para apoiar quem foi afetado pelo mau tempo.
- O temporal Kristin e Leonardo provocou mortes, danos materiais significativos e cortes em energia, água e comunicações; o Governo prolongou a calamidade até 15 de fevereiro para 68 concelhos, com medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
O Fundo de Emergência Social de Apoio às Vítimas da Tempestade Kristin, criado pela Cáritas Diocesana de Leiria-Fátima, já ultrapassou 1 milhão de euros. O valor captado atingiu 1.084.313,18 euros às 16:00 de quinta-feira.
O montante foi conseguido com donativos recolhidos via MB WAY, transferência bancária e donativo online. Na quarta-feira à noite o fundo já registava 30.123 transações de doação, com valores variando entre 1 euro e 40 mil euros. Nelson Costa, diretor de serviços da Cáritas, reiterou o compromisso com a transparência.
O fundo foi criado no dia 30 de janeiro, após a Cáritas integrar uma reunião da Proteção Civil com o Município de Leiria, em alinhamento com o bispo diocesano, José Ornelas. A intenção é assegurar apoio às vítimas do mau tempo e reforçar o funcionamento de instalações afetadas.
Contexto regional
A Cáritas destacou a preocupação com a situação de emergência na região, onde persistem falhas de eletricidade, água e comunicações, afetando famílias e instituições. A organização disponibiliza recursos humanos, logísticos e sociais para quem esteja em maior vulnerabilidade.
Doze pessoas morreram em Portugal desde o início da semana devido às depressões Kristin e Leonardo. Houve centenas de feridos e desalojados, além de danos em casas, empresas, árvores, estradas e serviços. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
Medidas de âmbito nacional
O Governo prolongou a situação de calamidade até 15 de fevereiro, abrangendo 68 concelhos com medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros. A calamidade foi inicialmente decretada a 28 de janeiro para cerca de 60 municípios, sendo depois prolongada para 68, até 8 de fevereiro, com novo alargamento até 15 de fevereiro.
Entre na conversa da comunidade