- A cobertura do Estádio Municipal dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, ficou totalmente danificada pela depressão Kristin, estando em análise eventuais fragilidades estruturais.
- Placas metálicas de grande dimensão e peso na cobertura estão a ser retiradas por uma equipa de alpinistas especializada, embora a operação dependa de condições meteorológicas favoráveis.
- Não há previsão de retorno de atividades; o estádio está a ser avaliado por peritos de seguros para apurar os prejuízos.
- O espaço está, atualmente, a distribuir bens básicos à população carenciada e o financiamento das reparações deverá vir de seguros municipais, do orçamento da Câmara e com apoio do Estado.
- O Governo prolongou a situação de calamidade para 68 concelhos até 15 de fevereiro, com medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros para as regiões mais afetadas.
O Estádio Municipal dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, sofreu danos graves na cobertura provocados pela depressão Kristin. A análise inicial centra-se na possível fragilidade estrutural, enquanto o restante do equipamento foi parcialmente reposto, segundo o município.
O vereador do Desporto, Carlos Palheira, afirmou que a cobertura ficou totalmente danificada e que a maior prioridade é a limpeza de materiais soltos. Placas metálicas pesadas estão a ser removidas por uma equipa de alpinistas especializados, dependentes de condições atmosféricas favoráveis.
A recuperação do estádio ainda não tem data definida. Peritos de seguros avaliam os prejuízos e o município está a fazer um levantamento exaustivo para apurar danos. O financiamento deverá vir dos seguros municipais, com apoio do Estado, se necessário.
Estado do estádio e próximos passos
Este equipamento já serveu várias modalidades e, numa fase de calamidade, está a distribuir bens à população carenciada. No local, também se acumulam materiais de construção destinados a obras de reconstrução e restos de árvores derrubadas.
Leiria integra o grupo de cidades afetadas pelas depressões Kristin e Leonardo, que deixaram mortes e grandes prejuízos. Portugal continental prorrogou a situação de calamidade para 68 municípios até 15 de fevereiro, com apoio financeiro até 2,5 mil milhões de euros.
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