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Detido suspeito de abusar da enteada durante o confinamento

Padrasto fica em prisão preventiva por violação e abuso sexual de menor dependente, crimes ao longo de mais de cinco anos iniciados no confinamento, quando a vítima tinha 12 anos

Polícia Judiciária pôs fim a anos de abusos
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  • Um homem de 44 anos foi detido em Lisboa por suspeita de vários crimes de violação, abuso sexual de criança e abuso sexual de menor dependente, sendo a vítima a enteada.
  • Após o primeiro interrogatório judicial, foi-lhe aplicada a medida de prisão preventiva.
  • Os abusos teriam começado durante o confinamento provocado pela pandemia de covid‑19, quando a vítima tinha 12 anos e estava em situação particularmente vulnerável.
  • Os crimes prolongaram-se por mais de cinco anos, chegando a envolver uso de força física para constranger a menor.
  • A mãe da vítima denunciou os factos após ficar a conhecer o que se passava; a Polícia Judiciária afirma ter recolhido provas que indicam fortemente o padrasto.

Um homem de 44 anos foi detido em Lisboa na quinta-feira pela Polícia Judiciária (PJ) por suspeita de crimes de violação, abuso sexual de criança e abuso sexual de menor dependente, tendo como vítima a enteada. Após o primeiro interrogatório judicial, ficou em prisão preventiva.

Segundo a PJ, os abusos começaram durante o confinamento causado pela pandemia de covid-19, quando a vítima tinha 12 anos e se encontrava em situação de vulnerabilidade. O suspeito mantinha relação com a mãe da vítima desde 2016, e os crimes terão ocorrido ao longo de mais de cinco anos, tendo chegado a recorrer à força física.

A criança revelou o sucedido à mãe, que denunciou os crimes às autoridades. Foram desencadeadas diligências investigatórias urgentes e a investigação recolheu elementos de prova que indiciam fortemente o padrasto pelos crimes em investigação.

Investigação e medidas já aplicadas

A PJ informou que o suspeito foi apresentado a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação, tendo a autoridade judicial decidido pela sua prisão preventiva. A instrução continuará a decorrer para confirmar os factos e a extensão dos abusos.

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