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Derrocada em Oleiros restringe circulação entre Cambas e Alto da Pisoria

Derrocada em Oleiros condiciona a circulação na Estrada Municipal 527 entre Cambas e Alto da Pisoria; trabalhos de remoção em curso e sinalização reforçada

Derrocada em Oleiros condiciona circulação entre Cambas e Alto da Pisoria
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  • A derrocada numa curva apertada da Estrada Municipal 527, entre Cambas e o Alto da Pisoria, em Oleiros, condiciona a circulação, com sinalização instalada.
  • A Câmara Municipal de Oleiros já tem meios no local para remoção de detritos e alerta para redobrada atenção dos automobilistas.
  • Em Oleiros regista-se constrangimento no abastecimento de água devido a uma rutura de conduta, com zonas afetadas incluindo Carvalheira, Lameira, Senhora das Candeias e as áreas industriais de Açude Pinto e Alverca; as equipas trabalham para reparar a avaria.
  • Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada por causa das depressões Kristin e Leonardo, que causaram danos generalizados, incluindo quedas de árvores, encerramentos de estradas e cortes de energia, água e comunicações.
  • O Governo prolongou a situação de calamidade até ao dia 15 de fevereiro para 68 concelhos, com medidas de apoio orquestradas até 2,5 mil milhões de euros.

A Estrada Municipal EM 527, que liga Cambas ao Alto da Pisoria, em Oleiros, está condicionada devido a uma derrocada numa curva junto ao rio Zêzere. Aquele troço não está indisponível, mas com circulação reduzida, segundo a Câmara Municipal.

A autarquia explica que já dispõe de meios no local para promover a remoção de detritos. O objetivo é restabelecer a via com a maior brevidade possível e reduzir riscos aos automobilistas.

As autoridades informam que, paralelamente, há constrangimentos no abastecimento de água na vila de Oleiros. A rutura de uma conduta foi identificada e está a ser reparada pela equipa técnica.

As áreas afetadas pelo corte de água incluem Carvalheira, Lameira, Senhora das Candeias, bem como as zonas industriais de Açude Pinto e de Alverca. As equipas trabalham para normalizar o serviço.

Na última semana, Portugal registou 13 mortos devido às depressões Kristin e Leonardo. O temporal deixou centenas de feridos e desalojados em várias regiões.

As consequências materiais abrangem destruição de habitações, empresas e infraestruturas, queda de árvores, encerramento de estradas, escolas e serviços de transporte, além de cortes de energia, água e comunicações.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas pelo temporal. O Governo prolongou a calamidade até 15 de fevereiro para 68 concelhos, com medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

A calamidade em Portugal continental foi decretada pela primeira vez entre 28 de janeiro e 1 de fevereiro para cerca de 60 municípios, depois estendida para 68 até 8 de fevereiro e, após novo prolongamento, mantida até 15 de fevereiro.

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