- A escassez de casas para arrendamento e rendas altas levam cada vez mais famílias a optar pela compra de casa.
- As diferenças mensais entre comprar ou arrendar têm vindo a aumentar, impulsionadas pela descida das taxas de juro desde o fim da pandemia e por maior controlo da inflação.
- Arrendar continua mais caro do que pagar a prestação de um crédito à habitação, com diferenças que podem chegar aos 550 euros por mês.
- Mesmo com o aumento das taxas de juro e da inflação desde 2022, os preços das casas mantêm-se elevados, sustentando um boom no setor.
- A procura permanece superior à oferta no mercado imobiliário.
A escassez de casas disponíveis para arrendamento e rendas elevadas estão a levar famílias a optar pela compra de casa, mesmo com preços altos. As diferenças mensais entre comprar ou arrendar têm aumentado, refletindo a descida das taxas de juro desde o final da pandemia e o maior controlo da inflação.
Apesar da subida de juros e da inflação desde 2022, os preços da habitação mantêm-se elevados, mantendo o mercado em expansão. A procura continua a superar a oferta, alimentando um boom no setor e mantendo estável o custo relativo entre crédito à habitação e renda.
Mercado em ascensão para compradores
A tendência aponta para que o custo mensal de financiar uma casa seja, em muitos casos, inferior ao pagamento de uma renda. Em alguns cenários, a diferença pode chegar aos 550 euros por mês a favor da compra, segundo analistas do setor.
A perspetiva de estabilidade a longo prazo e a possibilidade de construção de capital ajudam a explicar a mudança de comportamento. Em contrapartida, alugar continua a exigir custos elevados, sem o benefício de investir num ativo próprio.
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