- Várias aldeias do Algarve ficaram alagadas e isoladas devido ao mau tempo.
- O Tejo subiu e a vila de Constância ficou praticamente submersa.
- Bombeiros e meios do exército estão a combater os efeitos do mau tempo em Portalegre.
- Em Leiria, uma mulher grávida de sete meses ficou sem receber qualquer tipo de ajuda, e a casa do Sr. Albertino ameaça ruir.
- Dois irmãos temeram pela vida quando a estrutura instável da casa ameaçou desabar.
O mau tempo de 6 de fevereiro provocou inundações em várias aldeias do Algarve, deixando várias áreas isoladas. O fenómeno obrigou equipes de socorro a atuar para assegurar vias de acesso e acompanhar famílias afetadas.
O Tejo subiu de forma significativa, levando a vila de Constância a ficar quase submersa. Residências e áreas industriais registaram níveis elevados de água, com residentes a descreverem a situação como crítica.
Bombeiros e meios do Exército foram mobilizados para atuar em Portalegre, onde o mau tempo criou dificuldades logísticas e de circulação. Equipas técnicas avaliavam estruturas críticas e vias de evacuação.
Em Leiria, uma mulher grávida de sete meses ficou sem apoio imediato, depois de a situação de intempérie dificultar o acesso a serviços de apoio. Autoridades reforçaram a mobilização de recursos de emergência.
A casa do Sr. Albertino é uma das que enfrenta risco de ruir em Leiria, devido a infiltrações e alargamento de fissuras causadas pela pressão da água. Os moradores foram aconselhados a abandonar preventivamente as habitações.
Em dois casos registados pela mesma região, dois irmãos temeram pela vida quando a estrutura instável de uma casa ameaçou desabar a qualquer momento, levando a uma evacuação de emergência.
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