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Sindicato dos Médicos do Norte anuncia greve ao trabalho extra na ULS Alto Ave

Greve ao trabalho suplementar na ULS do Alto Ave entre 19 de fevereiro e 30 de junho de 2026, com serviços mínimos assegurados e sem registo de greve

Sindicato dos Médicos do Norte anuncia greve ao trabalho suplementar na ULS do Alto Ave
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  • O Sindicato dos Médicos do Norte anunciou greve total ao trabalho suplementar na unidade local de saúde do Alto Ave, em Guimarães.
  • A paralisação decorre entre as 00:00 de 19 de fevereiro de 2026 e as 24:00 de 30 de junho de 2026, abrangendo todos os médicos, independentemente do grau ou vínculo.
  • Durante a greve serão assegurados os serviços mínimos previstos na lei, equivalentes aos disponibilizados aos domingos e feriados.
  • Entre os serviços garantidos estão quimioterapia, radioterapia, diálise, urgência interna, transplantes, cuidados paliativos em internamento e outras atividades críticas.
  • O SMN refere motivos como a defesa dos profissionais, a não aceitação de trabalho suplementar não contratado e o cumprimento da legislação laboral e de acordos coletivos.

O Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) anunciou hoje a greve ao trabalho suplementar na Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Ave, em Guimarães. A paralisação é total para o cuidado de saúde primário, entre 00:00 de 19 de fevereiro de 2026 e 24:00 de 30 de junho de 2026. O objetivo é enfrentar a prática do trabalho suplementar não contratado.

Segundo o SMN, a greve abrange todos os médicos, independentemente do grau, função ou vínculo, e decorre com a garantia de serviços mínimos previstos na lei. Estes serviços funcionariam inalterados, equivalentes aos disponíveis aos domingos e feriados.

Entre os cuidados que devem permanecer disponíveis durante o período estão quimioterapia, radioterapia, diálise, urgência interna, fornecimento de medicamentos hospitalares, imunohemoterapia, transplantes, cuidados paliativos em internamento e punção folicular em reprodução medicamente assistida.

Serviços mínimos durante a greve

O sindicato sublinha que a paralisação visa impedir a banalização do trabalho suplementar e a imposição de respostas assistenciais não contratualizadas. O SMN também critica planos sazonais de contingência que aumentem o recurso a horas extraordinárias.

A organização aponta ainda para a defesa dos profissionais face a práticas consideradas abusivas, rejeitando medidas disciplinares contra médicos que exercem direitos laborais. O cumprimento estrito da legislação laboral e dos acordos coletivos é destacado pelo SMN.

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