- A revisão parcial do CCTV para a construção civil na região prevê aumentos salariais entre 7,10% e 6,25%, com o valor mínimo de aumento de 65 euros, com efeitos a partir de 1 de janeiro.
- O subsídio de refeição sobe 0,80 euros, passando de 8,70 euros para 9,50 euros.
- A negociação ocorreu a 9 de janeiro de 2026 entre a ASSICOM e a Comissão Negociadora Sindical.
- A revisão do CCTV foi publicada no JORAM, III Série, n.º 2, de 30/01/2026.
- O sindicato aponta escassez de mão-de-obra no setor e apela à participação na manifestação nacional contra o pacote laboral, em 28 de fevereiro, na Madeira (Rua do Bom Jesus, às 10h).
A revisão parcial do CCTV – Contrato Colectivo de Trabalho para o setor da Construção Civil na Região prevê aumentos salariais para os trabalhadores, com efeitos a partir de 1 de janeiro. O reajuste inclui uma variação de 7,10% a 6,25%, com o valor mínimo de aumento fixado em 65 euros.
O processo de negociação foi conduzido pela ASSICOM e pela Comissão Negociadora Sindical, reunidas a 9 de janeiro de 2026. A decisão entra em vigor no início do ano, conforme divulgado. Além dos salários, o subsídio de refeição aumenta 0,80€, passando de 8,70€ para 9,50€.
A revisão do CCTV foi publicada no JORAM, III Série, n.º 2, de 30 de janeiro de 2026. O sindicato sublinha que o sector da construção está em crescimento, mas enfrenta dificuldades de contratação e emigração de jovens para outras oportunidades.
Contexto e desdobramentos
O sindicato aponta que baixos salários, condições de trabalho e questões de saúde e segurança influenciam a saída de trabalhadores. O recado é claro: é necessária uma reversão da política de salários baixos e de proteção insuficiente dos direitos laborais. O texto cita ainda a participação dos trabalhadores em atividades sindicais para reivindicar melhorias.
Convocatória
Foi anunciada uma manifestação nacional contra o pacote laboral, com apoio dos sindicatos na Madeira. O evento está marcado para 28 de fevereiro, junto aos sindicatos, na Rua do Bom Jesus, a partir das 10h.
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