- Ramalde vai ter cinquenta câmaras de videovigilância na terceira fase do programa de reforço à segurança, sem data definida para a instalação.
- O encontro contou com Pedro Duarte, Patrícia Rapazote, PSP e Polícia Municipal, para traçar diagnósticos e estratégias de combate à criminalidade na freguesia.
- A terceira fase foca Ramalde, visando efeito dissuasor e a implementação de outras medidas, incluindo um plano de iluminação pública; falta ainda a data de implementação.
- Patrícia Rapazote alertou para a redução de esquadras, de três para uma, e pediu mais agentes de segurança; já foi enviado pedido ao Ministério da Administração Interna, à autarquia e à Metro do Porto; crimes mais comuns são furtos em veículos e em zonas comerciais.
- As duas primeiras fases incidiram sobre Asprela, Campanhã e Pasteleira; ocorreram falhas informáticas que estão a ser resolvidas; há intenção de criar protocolo com uma instituição de ensino superior para dados científicos; a criminalidade na cidade tem diminuído nos últimos anos, segundo o presidente da Câmara.
Ramalde vai receber 50 câmaras de videovigilância e maior iluminação pública, numa iniciativa integrada na terceira fase do programa de reforço da segurança da Câmara do Porto. Ainda não há data prevista para a instalação.
O presidente da Câmara, Pedro Duarte, reuniu-se com a presidente da Junta de Ramalde, Patrícia Rapazote, com a PSP e a Polícia Municipal. O objetivo é traçar diagnósticos e estratégias para conter a criminalidade na freguesia.
A terceira fase incide em Ramalde, procurando efeito dissuasor e resposta a fenómeno violento. Serão também implementadas medidas de conforto público e um plano de iluminação. Não foi definida a data de início.
Detalhes da fase atual
Rapazote frisou a redução do número de esquadras na freguesia, de três para uma, e a necessidade de mais agentes de segurança. Já foi submetido um pedido ao Ministério da Administração Interna, à autarquia e à Metro do Porto.
A criminalidade mais comum na zona tem relação com furtos em veículos e em áreas comerciais. As duas fases anteriores focaram Asprela, Campanhã e Pasteleira, com algumas falhas de software já em vias de resolução.
Perspetivas e dificuldades técnicas
Duarte mencionou uma evolução tecnológica necessária para acompanhar o avanço no sector. As falhas informáticas identificadas estão a ser resolvidas, com procedimentos simples para a correção.
O autarca pretende também introduzir um protocolo com uma instituição de ensino superior para recolher dados científicos sobre a criminalidade. O elogio ao desempenho das forças de segurança foi destacado.
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