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Juiz Manuel Mota Botelho condenado por recurso à prostituição de menores

Condenação de juiz jubilado a cinco anos de prisão com pena suspensa por nove crimes de prostituição de menores, ocorridos entre 2019 e 2023 em São Miguel, Açores

Supremo Tribunal de Justiça
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  • O juiz conselheiro jubilado Manuel Mota Botelho foi condenado a cinco anos de prisão, com pena suspensa por igual período, por nove crimes de recurso à prostituição de menores, um deles agravado.
  • O julgamento decorreu no Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa, por crimes cometidos entre 2019 e 2023 em São Miguel, Açores.
  • De acordo com a decisão, houve um crime agravado entre os nove considerados provados.
  • Segundo o Público e a SIC, duas das seis alegadas vítimas tinham 15 anos e todas teriam recebido 25 euros por cada ato sexual.
  • O juiz era funcionário já reformado do Tribunal de Contas.

O juiz conselheiro jubilado Manuel Mota Botelho foi condenado a cinco anos de prisão, com pena suspensa por igual período, por nove crimes de recurso à prostituição de menores, um deles agravado. A decisão foi anunciada esta quinta-feira pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ), em Lisboa.

O processo indicia que o magistrado estava a ser julgado pelo STJ por 16 crimes de recurso à prostituição de menores, supostamente cometidos entre 2019 e 2023 em São Miguel, Açores.

Duas das seis alegadas vítimas tinham 15 anos, com relatos de que teriam recebido 25 euros por cada ato sexual.

Contexto do processo

O caso envolve crimes de recurso à prostituição de menores ocorridos entre 2019 e 2023 na ilha de São Miguel, Açores, conforme informações divulgadas pela comunicação social. O STJ avaliou as evidências apresentadas durante o julgamento.

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