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Investigadores estudam causas de mudanças neurológicas e oculares em astronautas

INEGI simula microgravidade para investigar a Síndrome Neuro-Ocular associada a voos espaciais, buscando causas e medidas de proteção

Astronautas da SpaceX regressam à Terra após missão na Estação Espacial
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  • Investigadores do INEGI, no Porto, vão estudar alterações neurológicas e oculares em astronautas de longa duração.
  • A investigação utiliza simulação computacional da microgravidade, com dados de astronautas fornecidos pelo Instituto de Fisiologia e Medicina Espacial, em França.
  • O projeto U-SANS visa perceber a Síndrome Neuro Ocular Associada a Voos Espaciais (SANS) e as suas causas ainda desconhecidas; a incidência pode chegar a 70% em missões prolongadas.
  • Procura caracterizar propriedades mecânicas dos tecidos do cérebro e do olho em condições de microgravidade e determinar as frequências naturais de vibração para correlacionar com a SANS.
  • O financiamento é de 50 mil euros pelo PROSSE, programa da Agência Espacial Portuguesa no âmbito do PRODEX da Agência Espacial Europeia, com colaboração da Faculdade de Medicina de Lisboa, da Unidade Local de Saúde de São João e do Instituto de Fisiologia e Medicina Espacial (França).

O INEGI, Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial, do Porto, anunciou uma investigação sobre o impacto de voos espaciais de longa duração nas alterações neurológicas e oculares dos astronautas. A simulação computacional da microgravidade é o método-chave.

A equipa vai usar dados fornecidos pelo Instituto de Fisiologia e Medicina Espacial, em França, para estudar a Síndrome Neuro Ocular Associada a Voos Espaciais (SANS). A SANS envolve alterações neurológicas e oculares que podem reduzir a acuidade visual.

O projeto, designado U-SANS, analisa a relação entre as propriedades biomecânicas dos tecidos oculares e cerebrais e a exposição prolongada à microgravidade. O objetivo é caracterizar tecidos em condições simuladas e compreender as causas da SANS.

Objetivos e impacto

O estudo pretende determinar as frequências naturais de vibração dos tecidos e as suas formas modais, bem como correlacionar alterações mecânicas com o desenvolvimento da síndrome. Os resultados podem orientar estratégias de prevenção e mitigação para missões espaciais de longa duração.

O U-SANS agrega a colaboração da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, da Unidade Local de Saúde de São João e do Instituto de Fisiologia e Medicina Espacial, em França. O financiamento é de 50 mil euros, através do PROSSE, programa da Agência Espacial Portuguesa ligado ao PRODEX da ESA.

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