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Força Aérea revela imagens de cheias

Força Aérea divulga imagens de cheias em Portugal com monitorização de áreas críticas e envio de 5,6 toneladas de bens às comunidades afetadas

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  • A Força Aérea Portuguesa (FAP) revelou imagens impressionantes das cheias, captadas por um helicóptero Koala, na sequência das depressões Kristin e Leonardo.
  • Os rios galgaram margens e invadiram campos, casas, aldeias, vilas e cidades em Portugal continental, com zonas como Sado, Tejo, Mondego e Vouga a serem observadas.
  • Os dois helicópteros, um de Beja e outro de Ovar, fizeram reconhecimento em áreas como Alcácer do Sal, Valada, Salvaterra de Magos, Samora Correia, Benavente, Coruche, Bacia do Vouga, Ereira, Mondego entre Montemor-o-Velho e Coimbra, Soure, Leiria, Figueira da Foz, Barragem da Aguieira e Santa Comba Dão.
  • A FAP tem cerca de mil militares dedicados, oito meios aéreos empenhados e 53 satélites em utilização para monitorizar áreas críticas.
  • A Força Aérea transportou 5,6 toneladas de bens da Madeira para o Montijo para apoio às comunidades afetadas, incluindo alimentos, higiene, material elétrico, artigos para o lar, telhas e tinta, usando um avião C-130H, com planos de novos voos para Madeira e Açores.

A Força Aérea Portuguesa revelou, esta quinta-feira à noite, novas imagens das cheias que atingem Portugal continental. Foram captadas por um helicóptero Koala durante o reconhecimento aéreo. O objetivo é monitorizar áreas críticas e identificar populações em risco.

As imagens mostram os rios a galgar margens, com cheias a afetar campos agrícolas, casas, aldeias, vilas e cidades. A operação envolve meios aéreos da FAP para manter vigilância e apoiar populações atingidas.

A força destaca que cerca de mil militares estão mobilizados, com oito meios aéreos ativos e 53 satélites em utilização. As equipas acompanham a subida das águas para prevenir perigos e facilitar intervenções.

Monitorização aérea

Dois helicópteros realizaram o reconhecimento: um saiu de Beja, para as zonas do Sado e Tejo, e outro de Ovar, para Mondego e Vouga. Percorreram Alcácer do Sal, Valada, Salvaterra de Magos, Samora Correia, Benavente, Coruche e outras bacias.

O percurso incluiu áreas entre Montemor-o-Velho e Coimbra, Soure, Leiria e Figueira da Foz. Também foi inspecionada a Barragem da Aguieira e Santa Comba Dão, com o objetivo de mapear riscos.

Ajuda humanitária

A FAP providenciou apoio logístico, transportando 5,6 toneladas de bens de Porto Santo (Madeira) para o Montijo, via avião C-130H. Os itens destinam-se a comunidades afetadas pela depressão Kristin e incluem alimentos, higiene e materiais diversas.

Deslocações futuras devem incluir novas operações entre Madeira e Açores, com o intuito de recolher mais bens e reforçar o apoio às populações afetadas pelas cheias.

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