- Cinco pessoas foram retiradas de um edifício na freguesia de São Vicente, Lisboa, após a queda de um talude causada pelo mau tempo, com realojamento temporário em articulação com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
- Entre domingo e as 12h00 de quinta-feira, Lisboa registou 820 ocorrências, sendo 402 inundações e 195 quedas de árvores, sobretudo na zona ribeirinha.
- Não há feridos reportados; a operação ocorreu por precaução às 10h de quinta-feira e envolveu um edificio com várias frações.
- Mantém-se a monitorização do Tejo com cortes e limitações de estacionamento na zona ribeirinha; é aconselhado evitar deslocações e zonas ribeirinhas.
- O município está em prontidão especial (nível 4) e prepara medidas para o fim de semana, incluindo gestão de escoamento de águas e encerramento de jardins municipais.
Cinco pessoas foram retiradas de um prédio na freguesia de São Vicente, em Lisboa, devido à queda de um talude motivada pelo mau tempo. A operação ocorreu por volta das 10h00 de hoje, com as evacuações a serem realizadas por precaução. Não há registo de feridos.
A Proteção Civil de Lisboa confirmou que, desde domingo, já foram registadas 820 ocorrências na cidade, destacando inundações (402), quedas de árvores (195) e episódios dispersos pela área ribeirinha. O responsável destacou que o episódio de hoje insere-se no contexto excecional das ocorrências.
O realojamento temporário das famílias está a cargo da Câmara Municipal de Lisboa, em articulação com a Santa Casa da Misericórdia. O objetivo é assegurar condições imediatas até uma avaliação do abrigo permanente.
Medidas de evacuação e vigilância
As autoridades trabalham para manter a monitorização do rio Tejo durante marés altas, com cortes pontuais de estacionamento na zona ribeirinha. O objetivo é reduzir o risco de galgamentos e manter vias de evacuação livres.
A Proteção Civil indicou que o dispositivo está em estado de prontidão especial (nível 4) e que as equipas municipais respondem às ocorrências previstas para este fim de semana, com limpezas e checks de escoamento de águas pluviais.
Contexto e perspectivas
Até ao momento, Lisboa mantém-se sob vigilância, sem alerta formal para o município, mas alinhada com as decisões da ANEPC. O município aconselha evitar deslocações desnecessárias e evitar zonas ribeirinhas, especialmente para estacionamento, durante o período de temporais.
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