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Beira Baixa reconhece empenho da E-Redes mas critica insuficiência de meios

Autarcas da Beira Baixa reconhecem o empenho da E-Redes, mas apontam meios insuficientes e impactos económicos e sociais para quem ficou sem energia

Energia
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  • Presidentes dos seis municípios da Beira Baixa reuniram-se com o secretário de Estado da Energia e com o presidente da E-Redes para acompanhar a reposição de eletricidade.
  • Os autarcas reconheceram o empenho da E-Redes, mas sublinharam a insuficiência de meios face à situação considerada insuportável para as populações.
  • A E-Redes comprometeu reforçar a intervenção, com apoio de equipas municipais de proteção civil, bombeiros, sapadores florestais e equipas técnicas vindas de outros países.
  • A CIM Beira Baixa destacou a nomeação de Paulo Fernandes para liderar a Estrutura de Missão para Reconstrução da Região Centro e afirmou disponibilidade para apoiar os munícipes e facilitar o acesso aos apoios.
  • O distrito de Castelo Branco e zonas vizinhas têm registado danos generalizados, com várias vítimas e com a declaração de calamidade para 68 concelhos e um pacote de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

A Beira Baixa reconheceu o empenho da E-Redes, mas também a insuficiência de meios para enfrentar a crise de abastecimento elétrico que afeta vários concelhos. Os autarcas consideram a situação insustentável para moradores e empresas.

A reunião ocorreu em Proença-a-Nova, com a presença de representantes dos seis municípios mais afetados: Castelo Branco, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão. Participaram o secretário de Estado da Energia e o presidente do Conselho de Administração da E-Redes.

Segundo a Comunidade Intermunicipal (CIM) da Beira Baixa, os presidentes de Câmara expressaram preocupação e compromisso em acelerar a reposição do fornecimento de eletricidade. O objetivo é retomar o fornecimento o mais rapidamente possível.

Os autarcas destacaram o impacto económico e social da interrupção energética, sublinhando prejuízos para pessoas e empresas. A CIM afirma que a E-Redes se comprometeu a reforçar a intervenção no terreno.

A concessionária da rede de distribuição disse que vai intensificar as operações, com o apoio de equipas municipais de proteção civil, bombeiros, sapadores florestais e equipas técnicas vindas de outros países. O reforço envolve também a cooperação com as equipas da CIM.

A CIM Beira Baixa elogiou a nomeação de Paulo Fernandes para liderar a Estrutura de Missão para Reconstrução da Região Centro. Considera que ele tem competência para as funções atribuídas e que a região merece uma resposta coordenada.

O conjunto dos oito municípios da CIM está empenhado em apoiar os munícipes, identificando prejuízos em habitações e empresas para facilitar o acesso aos apoios da Estrutura de Missão. A região faz a gestão de recursos para acelerar a ajuda.

Onze pessoas morreram em Portugal desde o início da semana, na sequência das depressões Kristin e Leonardo. O temporal provocou também centenas de feridos e desalojados, com estragos em várias infraestruturas.

As principais consequências incluem destruição de habitações, quedas de árvores, encerramento de estradas, escolas e serviços de transporte, bem como cortes de energia, água e comunicações. Os distritos de Leiria, Coimbra e Santarém registam os maiores estragos.

O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um conjunto de medidas de apoio no âmbito de um pacote de até 2,5 mil milhões de euros.

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