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Bacias hidrográficas sob vigilância com previsão de mais chuva

Chuva contínua mantém bacias sob vigilância; Guadiana atinge 6000 m³/s e barragens do Algarve continuam a descarregar, elevando o risco de inundações

Cheias no rio Mondego, em Montemor-o-Velho
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  • A chuva intensa mantém várias bacias hidrográficas sob pressão, com caudais elevados e vigilância reforçada.
  • O relatório da Agência Portuguesa do Ambiente aponta instabilidade no Norte, Centro e região de Lisboa, com alertas ativos e acompanhamento permanente.
  • A situação mais preocupante ocorre na bacia do Guadiana, onde os caudais na foz ultrapassam os 6.000 m³/s.
  • Todas as barragens do Algarve estão a descarregar, exigindo vigilância contínua nas zonas ribeirinhas baixas.
  • O cenário mantém a monitorização devido ao risco de inundações em áreas historicamente expostas.

A Agência Portuguesa do Ambiente indica que a chuva intensa dos últimos dias mantém várias bacias hidrográficas sob pressão. Os caudais permanecem elevados e há vigilância reforçada em várias regiões do país.

A situação concentra-se sobretudo no Norte, Centro e região de Lisboa, onde a instabilidade atmosférica persiste. O organismo mantém alertas ativos e acompanhamento permanente das zonas mais vulneráveis.

A bacia do Guadiana é a mais preocupante, com caudais na foz acima de 6000 metros cúbicos por segundo. Em Algarve, todas as barragens descarregam, exigindo monitorização contínua nas zonas ribeirinhas baixos e historicamente expostas.

A monitorização hidrológica continua a cargo das autoridades, com prioridade para evitar cheias em áreas ribeirinhas e planeamento de eventual mitigação. O cenário mantém-se sob avaliação devido à persistência do regime de chuva.

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