- O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, elogiou a atuação dos escuteiros, “longe dos holofotes”, no apoio às populações afetadas pelas recentes intempéries.
- Entregou no Corpo Nacional de Escutas, em Lisboa, o voto de saudação aprovado pelo parlamento, por unanimidade, em dezembro, pelos 100 anos da revista Flor de Lis.
- Falou que o trabalho é persistente ao serviço das comunidades e que os escuteiros não falham quando o país precisa deles.
- Destacou a colaboração de autarcas, bombeiros, forças de segurança, Proteção Civil e cidadãos no apoio às vítimas das depressões Kristin e Leonardo.
- O chefe nacional do Corpo Nacional de Escutas, Ivo Faria, ressaltou que a Flor de Lis é a mais antiga publicação contínua, com cerca de 11 mil assinantes, destacando o papel pedagógico e informativo, especialmente face a notícias falsas.
O presidente da Assembleia da República elogiou esta quinta-feira a ação dos escuteiros, destacando o trabalho realizado longe dos holofotes no auxílio às populações afetadas pelas últimas intempéries. Acompanhou o acto a entrega de um voto de saudação, aprovado pelo parlamento, em reconhecimento dos 100 anos da revista Flor de Lis, órgão oficial do Corpo Nacional de Escutas. O encontro ocorreu em Lisboa, junto do organismo escutista.
Aguiar-Branco sublinhou a persistência deste serviço ao longo de mais de um século, afirmando que o reconhecimento institucional é justo e merecido. Kontaktou ainda que, quando é necessário, os escuteiros respondem aos chamamentos do país, sem descurar os ensinamentos que ficam após cada ocorrência. Na intervenção, destacou a disponibilidade de todas as forças locais para apoiar as vítimas das intempéries.
Reconhecimento e ações em curso
No debate, o líder parlamentar mencionou a atuação conjunta de autarcas, bombeiros, forças de segurança, Proteção Civil e cidadãos comuns, na amostra de solidariedade a quem foi afetado pelas depressões Kristin e Leonardo que atingiram o território continental. O chefe nacional do Corpo Nacional de Escutas, Ivo Faria, explicou que a Flor de Lis é a mais antiga publicação escutista em continuidade, com cerca de 11 mil assinantes.
Faria enfatizou o trabalho diário dos escuteiros, desde acampamentos até atividades de serviços, e o objetivo de reduzir os efeitos das intempéries através da comunidade. O responsável apontou como prioridades ações rápidas nos locais mais afetados, nomeadamente Leiria, Pombal e Pedrógão.
Aguiar-Branco reforçou a importância de uma informação sólida num momento de rapidez de atualizações, destacando a projeção educativa da Flor de Lis, além do seu papel informativo. A intervenção salientou que, em contexto de emergência, os cidadãos devem basear-se em dados confiáveis para evitar a propagação de fake news.
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