- Em 2024, o rastreio de base populacional atingiu o maior número de utentes já contactados, mas a cobertura do cancro do cólon e reto e do colo do útero continua longe da meta de 90% até 2030.
- O rastreio de mama ultrapassou 90% de cobertura, com 877.377 mulheres convidadas e adesão de 50% (268.710? Wait error). Actually earlier: adesão 50% with 440.190 mulheres a fazer o exame. Correct: 440.190. This bullet should reflect: adesão 50%, total de 440.190 mulheres a realizar o exame (412.546 continente, 12.161 Açores, 15.483 Madeira).
We’ll craft carefully:
- No rastreio de mama, cobertura superior a 90% com 877.377 mulheres convidadas, mas adesão foi de 50% (440.190 mulheres realizaram o exame: 412.546 no continente, 12.161 nos Açores e 15.483 na Madeira).
But 877.377 is contradictory: those invited. 440.190 performed. OK.
- Cobertura do colo do útero ficou em 61% com 365.978 convidadas e 344.405 rastreadas; diretora do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas afirmou que foi o maior número de convidadas e rastreadas de sempre.
- Cobertura do cólon e reto foi de 32,5% em 2024, com adesão de 50% e 268.710 utentes rastreados; 20.230 lesões identificadas por colonoscopia e 531 referenciados para cuidados hospitalares.
- O relatório aponta para medidas para 2026: alcançar 90% de cobertura para os três rastreios existentes, ampliar horários de funcionamento, melhorar sistemas de informação e promover maior ligação com o Registo Oncológico Nacional; há pilotos de novos rastreios (pulmão, próstata e estômago) já em andamento. Piloto de pulmão arrancou em Gaia, com planos de iniciar em Santa Maria (Lisboa) e Santo António (Porto) até ao final do ano.
O rastreio de base populacional para cancros continua a ficar aquém das metas definidas para 2030, com evoluções distintas entre os tipos de cancro. Em 2024, o mapa de cobertura mostrou o maior universo de utentes já convidado, mas as adesões mantêm-se abaixo do desejado em dois dos principais rastreios.
No cancro da mama, a taxa de cobertura superou 90%, com 877.377 mulheres convidadas. A adesão ficou em 50%, correspondendo a 440.190 exames realizados (Continente 412.546; Açores 12.161; Madeira 15.483). O objetivo permanece alcançar a meta de 2030, mas os números exigem continuidade de estratégias de incentivo.
Câncer do colo do útero
A cobertura populacional ficou em 61%, ainda assim foi o maior número de convidadas já registado (365.978). Destes, 344.405 foram rastreados. A Direção-Geral da Saúde aponta que, apesar de não estarmos onde gostaríamos, houve melhoria relativa e o reconhecimento de que normas futuras podem ajudar a alavancar resultados.
Câncer do colo do útero: detalhes laboratoriais e perspetivas
Entre as rastreadas, 43.968 tiveram teste de HPV positivo e 20.373 (5,9%) foram referenciadas para cuidados hospitalares. A directora do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas indica que as regras para rastreios podem contribuir para melhorar os números.
Câncer do cólon e reto
A cobertura populacional ficou nos 32,5% em 2024, ainda aquém da meta de 90% para 2030. A taxa de adesão manteve-se em 50%, com 268.710 utentes rastreados. Entre os rastreados, 20.230 apresentaram lesões por colonoscopia, e 531 foram referenciadas para cuidados hospitalares.
Perspetivas para 2026
O roteiro de ação prevê, até 2026, atingir 90% de cobertura para os três rastreios de base populacional existentes. Aumentar o financiamento específico para incentivar as unidades de saúde a promover os rastreios está entre as medidas prioritárias. A expansão de horários de funcionamento é apontada como forma de elevar o acesso e a adesão.
Integração de sistemas e novos projetos-piloto
Especialistas defendem melhorar os sistemas de informação e incrementar a colaboração com o Registo Oncológico Nacional (RON), para uma visão mais completa do processo e dados epidemiológicos atualizados. O RON não depende diretamente da DGS, mas o seu apoio é visto como crucial para estratégias nacionais.
Em relação aos novos rastreios-piloto — pulmão, próstata e estômago — já arrancou o projeto-piloto do pulmão em Gaia, com início previsto noutras unidades de saúde da região de Lisboa e, até ao final do ano, na ULS de Santo António (Porto). Portugal busca financiamento europeu para estes projetos, precedidos de uma análise de custo-efetividade para decidir a incorporação de cada programa na base populacional.
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