- Novo protocolo sobre a Colecção Ellipse é contestado por artistas e historiadores de arte.
- Alegam que o acordo põe termo ao depósito integral da Ellipse no Centro Cultural de Belém (MAC/CCB).
- A Administração afirma que a medida representa uma solução funcional.
- Os artistas criticam ainda o silêncio da ministra da Cultura, Margarida Balseiro Lopes.
- A carta aberta à ministra, que defende a permanência da Ellipse no MAC/CCB, continua a somar signatários.
A controvérsia em torno da Coleção Ellipse voltou a ganhar fôlego com a contestação de artistas e historiadores de arte ao novo protocolo que dispensa o depósito integral daEllipseno MAC/CCB. A negociação é vista como uma saída prática pela Administração, mas tem recebido críticas por parte dos signatários da carta aberta.
Os signatários que divergem do acordo defendem que a Coleção Ellipse deve permanecer integralmente sob depósito no MAC/CCB, indicando que o mecanismo atual representa uma solução inadequada. A carta aponta riscos para a gestão e preservação da coleção, segundo os organizadores.
A mensagem pública dirigida à ministra da Cultura, Margarida Balseiro Lopes, cresce a cada dia. Os críticos destacam, entre os motivos de desacordo, a importância de manter o conjunto artístico acessível ao público no maior espaço possível de exposição.
Novo capítulo na discussão
O aumento de adesões à carta aberta intensifica o debate sobre a forma de salvaguardar a Ellipse. Analisam-se impactos museológicos, técnicos e de financiamento, com diferentes actores a apresentar perspetivas sobre o que é melhor para a continuidade da preservação e fruição da coleção.
Até ao momento, a Administração defende que o protocolo atual constitui uma solução funcional, destinada a assegurar a conservação e a gestão eficiente da coleção, enquanto os críticos apelam a uma revisão para manter o depósito completo no MAC/CCB.
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