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Projeto de Entrecampos pronto em 2028; futuro dos jacarandás ainda incerto

Entrecampos: centro com sete edifícios e 14 mil empregos previstos para 2028; solução para árvores na Avenida Cinco de Outubro ainda em estudo

Os promotores garantem que o projecto será uma nova centralidade da cidade
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  • O projeto Entrecampos deverá ficar pronto em 2028, transformando a área da antiga Feira Popular de Lisboa.
  • A nova centralidade terá sete edifícios de escritórios e cerca de 14 mil empregados deverão laborar diariamente.
  • A área envolve mais de 25 mil metros quadrados e é promovida pelo grupo Fidelidade.
  • A Fidelidade diz estar a trabalhar com a Câmara de Lisboa numa solução para as árvores ameaçadas de corte na Avenida 5 de Outubro.
  • O objetivo é criar uma renovada centralidade na capital, com impacto na mobilidade e na atividade económica da zona.

O projeto Entrecampos deverá ficar pronto em 2028, transformando a área onde ficava a antiga Feira Popular de Lisboa. Segundo os promotores, o conjunto contará com sete edifícios de escritórios e criará uma nova centralidade na cidade.

A recuperação deverá atrair cerca de 14 mil trabalhadores que ficarão a desempenhar funções administrativas e técnicas, em grandes blocos de escritórios localizados a norte da Avenida da República. O objetivo é criar uma dinâmica de serviços e comércio ao redor dos novos espaços.

A área, que hoje passa por obras visíveis por tapumes, continua a ter pendentes decisões ambientais em relação às árvores. A Fidelidade, responsável pelo projeto, mantém negociações com a Câmara Municipal de Lisboa para evitar o corte de jacarandás na Avenida 5 de Outubro.

Entrega prevista e aspetos ambientais

O cronograma aponta para a conclusão do empreendimento no fim de 2028, com uma visão de revitalização daquele eixo urbano. O impacto ambiental passa pela gestão de árvores sob avaliação, com soluções ainda em diálogo entre promotores e entidades públicas.

As autoridades locais destacam que a transformação promete contribuir para a mobilidade e a atividade económica da cidade, mantendo o equilíbrio entre desenvolvimento e preservação ambiental. Öportas de acesso e serviços deverão acompanhar a nova centralidade.

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